Próximo rombo: BNDES
Primeiro veio o Mensalão (coisinha pequena), agora o Petrolão (coisa de gente grande), qual será o próximo alvo? Com certeza, o famigerado BNDES. Os partidos do ex-presidente Lula e aliados conseguiram, em 12 anos, quebrar uma das maiores empresas do mundo, a Petrobras. Quebraram sim, não tem solução. Com a baixa produção de barris de petróleo por dia e a consequente queda nos preços do barril e nas suas ações, a Petrobras vale hoje um terço do que valia em 2008. Acontece que até junho de 2015 vence uma dívida da estatal de US$ 60 bilhões (R$ 150 bilhões), ou seja, mais do que a empresa vale hoje em valores de mercado, após a instalação da quadrilha do PT e aliados dentro da estatal. Sabem o que vai acontecer? Vão tirar recursos do BNDES para tapar o rombo da Petrobras e aí vem a próxima bomba: o rombo do BNDES: mais de R$ 500 bilhões. Será que com todo o brilhante trabalho da PF, do MPF e da Justiça Federal de Curitiba, quando vão pegar o "grande chefe"? Será que o chefe da quadrilha sairá ileso e bilionário dessa roubalheira que tomou conta das grandes empresas brasileiras?
ANTONIO CARLOS PESCADOR (autônomo) – Londrina

Caindo a máscara
Vejam que situação degradante chegou a política institucional brasileira: Os dois mais importantes cargos do Congresso Nacional (presidência da Câmara e do Senado) sendo ocupados por pessoas (segundo o delator premiado), envolvidas no maior caso de corrupção da história brasileira. Essa situação (corrupção) persiste há tanto tempo na política brasileira, porque muita gente com caráter ou "perfil psicológico" semelhante aos candidatos, é claro, vota neles. A chamada "banda podre" começa com os eleitores. Além disso, deve haver uma "superproteção" entre eles no poder, que faz deixá-los impunes por tanto tempo. A pergunta final é: como implantar a operação "Mãos Limpas", como foi feito na Itália, aqui na nossa "terrinha"? Essa é uma pergunta que (já) deveria ser respondida (e executada) há uns 20 ou 30 anos.
SWAMI VERONESI (músico) – Santo Antônio da Platina

Urnas eletrônicas!
Desde a implantação das urnas eletrônicas nas eleições em nosso País, nós cidadãos de bem, éticos e morais tememos pela sua fragilidade no que se refere a confiabilidade, isto é, a incerteza que os resultados das eleições não são manipulados. Num país, em que o nosso ex-presidente Lula e a atual presidente Dilma, que sempre que existe algum escândalo de corrupção no governo com desvios do dinheiro público "nunca sabem de nada", mas que nós cidadãos do bem, temos a certeza que "eles sabem de tudo", temos o direito de não confiar nos resultados obtidos pelo processo eleitoral das urnas eletrônicas. Essa desconfiança aumentou, após os resultados da presidente Dilma no estado de Pernambuco. Pois vejam: o país vivia a comoção da morte do Eduardo Campos (PSB), que por duas vezes governou o estado; a família de Eduardo Campos apoiou Aécio Neves; o Paulo Câmara (PSB) foi eleito governador com 68% dos votos; o Fernando Bezerra (PSB) foi eleito senador com 64,34% dos votos; o PSB fez 8/25 deputados federais, o PT, nenhum; o PSB fez 15/49 deputados estaduais, o PT, fez 3. Após esses números podemos acreditar que o PT, por intermédio da presidente Dilma, fez 70,2% dos votos em Pernambuco?
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) – Londrina

Pré-sal ou pré-lama?
Um trilhão de reais! Este era o valor da mentira do pré-sal com que o povo brasileiro foi enganado. Tudo neste país iria mudar, educação, saúde, mas primeiro vimos empresário perdendo e puxando um monte de investidores indo para a lama. Hoje vemos as mentiras da Petrobras, roubo, propina, corrupção, todos em conluio.
OSMAR CARVALHO (contador) – Londrina

Brasil dos partidos políticos
Brasileiros, vocês sabem quantos partidos políticos têm em nosso país? São 32! Quatro partidos seriam suficiente. Sem querer generalizar, não teríamos políticos que querem um salário alto, mordomias e teríamos menos lobby e nada de trabalhar. Não pagando salários altos, haveria mais verbas para os cofres públicos para serem utilizadas na saúde, educação e segurança. Quem paga esses salários somos nós com excessos de impostos.
OLGA MARQUES DA SILVA (bancária aposentada) – Londrina

mockup