A corrente do bem
A boa administração de uma cidade não depende só de um prefeito que seja trabalhador e honesto, precisa de boas lideranças e de pessoas que sejam comprometidas com a cidade. E precisa também de uma Câmara de Vereadores que, além de se eleger, tem que estar comprometida com a função que escolheu: precisa saber a hora de falar e a hora de ficar calada. A função do Legislativo é de ajudar a redescobrir tendências da região e a criar alternativas para que a cidade cresça sem maltratar a população, e não é apenas esperar uma falha do Executivo para abrir a boca no microfone fazendo campanha para a próxima eleição. Esse tipo de homem com essa conduta deve ser extirpado da sociedade. Tem também na cidade muitos "filósofos de sofá" que criticam apenas por criticar, mas não conhecem a realidade da cidade. Há também programetes de rádio e TV que têm seus condutores a serviço do mal, trabalham segundo sua própria visão e muitas vezes não são capazes de administrar a própria vida e atrapalham muito. Claro que uma boa crítica construtiva tem o poder de auxiliar na administração, mas criticar só para tentar pegar verba ou para ajudar outro candidato, é negativo. O prefeito também tem que descobrir as deficiências em seu quadro de funcionários, pois há os que trabalham para o bem, mas têm os que atrapalham e que acham que o dinheiro público é para socorrer seus interesses. É isso que precisa acabar em nossa cidade para que ela volte a ser o que foi no passado.

SEBASTIÃO CALMEZINI (comerciante) – Londrina



Apocalipse 2018
Para todos aqueles que protestaram, ficaram irados e inconformados com a vitória de Dilma Roussef, "preparai-vos, pois haverá (muito mais) choro e ranger de dentes". Vem aí a desgraça maior: "Eu não sabia 2018!".

LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé



Golpe militar
Tenho lido muitos comentários defendendo o regime militar no Brasil. Com todo respeito a divergência de pensamentos que a democracia nos proporciona, no regime militar esse direito o povo não tinha. Durante os 21 anos de golpe militar, muitos empobreceram e poucos enriqueceram. A educação era precária, nós e nossos vizinhos andávamos 12 quilômetros por dia ida e volta até a escola, o lanche era levado de casa, muitos paravam de estudar no 2º ou 3º ano. Havia muita pobreza, tomávamos guaraná somente no Natal e era um par de sapatos por ano. Pequenas propriedades foram ser transformando em grandes fazendas, com ajuda de dinheiro público, sendo que muitos não pagaram a conta, pois os pequenos proprietários nem passavam na porta dos bancos. Quando os militares deixaram o poder, 33% da população do Brasil vivia na mais absoluta miséria. Este ano o Brasil saiu do mapa da fome no mundo. Podemos perceber como melhorou a qualidade de vida com a democracia.

PAULO ROBERTO SANITÁ (agricultor familiar) - Tamboara



Natal em Ibiporã
Na última sexta-feira (19/12) assisti em Ibiporã a encenação do balé "Quebra nozes", apresentado nas comemorações natalinas em praça pública. Confesso que fiquei surpreso com o nível da apresentação, com a qualidade do desenvolvimento da peça e, principalmente, por constatar que todo corpo artístico é composto de 300 crianças das escolas municipais e 150 alunos da escola de dança, todos residentes naquela cidade. O tema, adaptado às motivações natalinas, é montado por professores e diretores da Fundação Cultural, ligada à Secretaria de Educação e Cultura do município. Em nível de emoção e beleza o show se iguala à apresentações de grandes cidades, inclusive a alguns do "Natal de Luz" de Gramado, o ícone do gênero no Brasil. A desenvoltura dos bailarinos, a qualidade e a evolução do balé e a sincronia dos artistas coadjuvantes saltam aos olhos e mostram que o trabalho na vizinha cidade, nesse sentido, é feito com muita dedicação e competência. Não é por acaso que Ibiporã já tem representantes na famosa escola de bailarinos Ballet Bolshoi, em Joinville. Parabéns à toda comunidade ibiporanense. Fiquei encantado e muito emocionado com o espetáculo.

LUDINEI PICELLI (administrador de empresas)- Londrina




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