Omissão das autoridades
A cada dia que passa está ficando mais difícil e inseguro dirigir e atravessar as ruas da nossa cidade. Existem inúmeros locais que se destacam pelo risco iminente de acidentes ou atropelamento de pedestres. Destaco, em especial, a rotatória da Avenida Dez de Dezembro, próximo ao Terminal Rodoviário. Ao longo dos últimos meses, a imprensa tem divulgado a insegurança do pedestre que transita nessa rotatória. A omissão e o silêncio por parte da CMTU e do Executivo podem fazê-los responsáveis pela falta de ações preventivas nesses pontos inseguros. Semáforo ou lombada elevada poderiam ser utilizados como solução para esse problema.

ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista)– Londrina



Pobre Lago Igapó!
O Lago Igapó há muito vem sofrendo, principalmente pelas empresas que permitem que a enxurrada de terra e areia escoe para o lago e pela omissão dos poderes constituídos em coibir essa prática. Dias atrás flagrei uma empreiteira da Sanepar jogando terra no fundo de vale do Ribeirão Capivara, na Rua Mario Diniz de Oliveira. Liguei para a Secretaria de Meio Ambiente e, ao invés de encaminharem um fiscal, pediram-me um e-mail confirmando a denúncia. Para que isso? Para não flagrar a a irregularidade?

IZAIAS BITENCOURT MORAES (contador) – Londrina



A questão dos salários da USP
Há algum tempo foram divulgados os salários de todos os servidores da Universidade de São Paulo (USP). O falatório - à direita e à esquerda - foi geral. Os principais alvos foram a filósofa Marilena Chauí e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, ambos com vencimentos na casa dos R$ 20 mil. Logicamente, as cifras dos contracheques foram contestados; seriam altos demais. Pois eu não acho que seja o caso. É claro que se compararmos o salário desses dois cidadãos com o ganho médio mensal do brasileiro, encontraremos uma discrepância gigante. Contudo, não acredito que essa comparação seja sadia. Todos desejamos uma educação de melhor qualidade (não só no ensino superior, é verdade). Logo, não podemos nos incomodar em remunerar bem os profissionais que fazem a diferença nas instituições de ensino. Não estou aqui defendendo exageros, no entanto, não há outra maneira de tornar a academia brasileira atrativa para os professores de classe mundial, se não oferecermos bons salários. E quando falo em bons salários, me refiro a quantias até maiores do que as que recebem Marilena e FHC. É isso, ou passamos a nos acostumar com o subdesenvolvimento e a lanterna nos índices de educação.

JOÃO PAULO SHINITI ITIMURA YAGUI (advogado) – Londrina



Copel esclarece
Sobre a queixa do sr. Humberto de Almeida (Opinião, 4/12), a Copel informa que, para facilitar o contato com a empresa, oferece vários canais de atendimento: agências, call center, agência on-line, chat, aplicativo para smartphone, SMS e e-mail, entre outros. O atendimento telefônico, em particular, é periodicamente revisto para garantir o menor tempo de espera, e também para priorizar casos urgentes e emergenciais, como falta de luz e cabos rompidos. Em todas as situações, apresenta-se sempre a opção de falar com um atendente. A cada ano a Copel atende a 15 milhões de solicitações de serviços, com um aumento crescente de procura pelos canais de autoatendimento, como aparelhos portáteis e computadores. Por conta da diversificação de canais e investimentos nesta área, a Copel é hoje a concessionária com menor número de queixas procedentes na ouvidoria da Aneel, e também a que atende ao seu consumidor no menor tempo.

ASSESSORIA DE IMPRENSA DA COPEL



■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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