Reajuste nos preços das custas judiciais.
O TJPR enviou mensagem à Assembleia Legislativa propondo reajuste nos preços das custas judiciais, extrajudiciais e com o Fundo de Reequipamento do Poder Judiciário (Funrejus). O brasileiro costuma reclamar, e com razão, dos serviços públicos básicos que são prestados, ou que deveriam ser, tais como: segurança, saúde e educação. Esses serviços, ainda que mal prestados, são gratuitos, pois seus custos são cobertos pelos impostos pagos pelos contribuintes. Todavia, há um serviço público que nem todos reclamam. É a chamada prestação jurisdicional, que é o serviço prestado pelo Poder Judiciário. Não é gratuito; é caro e tão lentamente prestado, que os mais idosos nem sempre veem seus pleitos atendidos; morrem antes.

ARÃO MOREIRA DOS SANTOS NETO (advogado) – Londrina



Descaramento explícito
Começa a ser articulado pelo governador eleito do Ceará, Camilo Santana (PT), com apoio da presidente Dilma Rousseff, um movimento para retorno da cobrança da famigerada CPMF. A campanha está se iniciando nos estados nordestinos que serão governados pelo PT. Para nossa frustração, também se posicionou favoravelmente à proposta o governador Beto Richa. Com uma arrecadação que deve se aproximar de 1,7 trilhões de reais em 2014, com a roubalheira desenfreada saqueando os cofres públicos e depositando bilhões de reais em contas particulares nos paraísos fiscais, além de uma máquina burocrática inchada e das mais caras do mundo, nossos governantes não têm condições morais para aumentar a carga tributária. Antes de propor essa indecência, deveriam mostrar seriedade no trato com a administração do dinheiro público e ter a hombridade de iniciar um choque de gestão para cortar gastos drasticamente. Eles querem enfiar ainda mais a mão no nosso bolso para encobrir seus desmandos administrativos. Temos que descartar definitivamente qualquer aumento de impostos. Precisamos reagir rapidamente, pressionando deputados e senadores para evitar essa imoralidade, pois o plano é de um entendimento suprapartidário para aprovar a proposta. Nem bem fecharam-se as urnas, oposição e situação já querem nos fazer de idiotas. Que grande decepção para os paranaenses, sr. Beto Richa.

LUDINEI PICELLI (administrador de empresas) – Londrina



Banheiros químicos
A utilização de banheiros químicos está se tornando cada vez mais usual e necessária em Londrina. Atualmente, é muito normal vermos banheiros químicos em vários pontos da cidade, principalmente, nas realizações de grandes eventos e locais de muito fluxo de pessoas. O Lago Igapó, por ter um fluxo grande de pessoas, vinha sendo atendido por esses banheiros químicos, entretanto, ultimamente as árvores têm substituído esses banheiros químicos que não estão sendo mais instalados. Gostaria que a CMTU se pronunciasse sobre essa decisão.

ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) – Londrina



Precisa ligar para a Copel? Impossível!
Tempos atrás você ligava e falava com um atendente. Hoje só existe uma programação bitolada para registrar sua reclamação de falta de luz, mas sem qualquer atendimento pessoal. Há dois meses um poste em frente à minha casa soltava faíscas, uma situação perigosa. Tentei informar isso e pedir atendimento com urgência. Em vão, não consegui falar com ninguém. Dias atrás passei por fios caídos entre um retorno na Avenida Inglaterra, alguns metros acima da rotatória da Duque de Caxias. Existia perigo para uma moto, uma bicicleta ou um carro. Liguei para o 0800 e só existe a opção de falta de luz. Liguei para o 190 e solicitei o favor de informar a situação para a Copel, mas disseram que nada podiam fazer. É lamentável que uma empresa como a Copel não tenha um telefone e alguém para atender, isso seria um mínimo para quem cobra preço exorbitante para fornecer energia. É uma vergonha que espero alguém tome providências com urgência.

HUMBERTO DE ALMEIDA (aposentado) - Londrina




■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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