Agora é a hora!
Por que não aproveitar a apuração da operação Lava Jato lá por Curitiba e incluir o inacabado assunto da venda do Sercomtel à Copel? Em nossa cidade, ao que parece, a coisa parou. Parou por quê? Pela incompetência ou propina? Nossa cidade parece ser o berço do malfeito, ou dos bons advogados, ou ainda da Justiça cega, surda e muda. Se Londrina não resolve, a esperança se volta para nossa capital. Lá, a coisa pega e pegou a José Janene e Alberto Youseff, que por obra e graça do malfeito são associados ao PT e deu o que está dando: petrolão. Isso que é oposição: o povão põe, Londrina tira! Ela que sempre se opôs ao PT, agora o ameaça com o golpe fatal. Se não por um justiceiro legal, mas pela contribuição de nossos dois pupilos. Quanto ao problema local, Deus poderá fazê-lo, pois prescreveu!(rezemos).
RUBENS ROMAGNOLLI (engenheiro civil) – Londrina


Ainda temos tempo para aproveitar
Parei para refletir a respeito do tempo, e vi o quão depressa o ano está se passando. Parece que, num piscar de olhos, as semanas se iniciam e acabam, faltando-nos tempo para realizar tudo que desejamos fazer na correria do dia a dia. Temos pouco tempo para nos despedirmos deste ano, e pergunto: quais lembranças o ano de 2014 vai deixar? Para alguns, um ano de perdas. Para outros, de ganhos. Mas, com certeza, no decorrer do ano, bons momentos aconteceram para todos, e são esses que devemos levar com a gente. Talvez, os pedidos que fizemos na virada do ano não tenham sido realizados, mas tudo tem o tempo certo para acontecer. Talvez, não entendemos os acontecimentos ou a ausência deles. Por isso, precisamos ter paciência para esperar, pois com o tempo passamos a entender os motivos que resultam em cada acontecimento. E precisamos também aproveitar cada dia como se fosse o último, deixando o passado de lado, vivendo o presente e não nos preocupando tanto com o futuro. O amanhã, talvez, seja tarde para viver nossos sonhos. Aproveite cada último dia que este ano ainda nos proporciona, pois depois esses ficarão apenas na memória. Que todos nós tenhamos um excelente ano de 2015, mas antes, que nosso final de 2014 seja repleto de felicidades e bons acontecimentos, pois ainda temos tempo para aproveitar.
MATHEUS ALMEIDA PRADO (estudante de publicidade e propaganda) – Londrina


Pesquisas eleitorais
Com relação à matéria "CCJ vai debater PEC que limita divulgação de pesquisas" (Política, 27/11), esse debate deve ser urgente e envolver toda a sociedade, pois o tema é visto por dois aspectos: de um lado a liberdade de expressão; de outro, a interferência das pesquisas no voto. Infelizmente, sempre volta a retórica de que o brasileiro "não sabe votar". É claro de que não podemos afirmar de forma genérica. Verificando pesquisa de 2010, elaborada pelo Data/Senado, constata-se que 16% do nosso eleitorado disseram "sempre" levar em conta o resultado das pesquisas eleitorais na hora de votar. Essa faixa de eleitorado está atrelada ao orgulho de dizer: "Não perdi o meu voto". Os resultados da futura gestão não são de seu interesse, o importante é não perder o voto. Esses eleitores nós encontramos em todos os lugares, e nem é preciso fazer novas pesquisas. Diante dos dados fornecidos pela pesquisa do Senado, chegamos à triste realidade de quem escolhe os eleitos são os institutos de pesquisas em cumplicidade com a mídia e que a não divulgação de pesquisas poderia levar as eleições a resultados diferentes. Atualmente, o voto e a opinião do eleitor consciente tem pouco significado no resultado de uma eleição. Então, defendo a proibição de pesquisas de opinião em qualquer época e não somente nos 15 dias antes das eleições, como defendem alguns. Devemos ter uma eleição correta e sem qualquer interferência que venha a prejudicar a real democracia.
JOSÉ MILTON VALLE (aposentado) - Ibaiti


Pergunta nunca respondida
Até hoje nunca ouvi essa pergunta e obviamente nem a resposta: por que um profissional de um segmento altamente promissor(entenda-se, que ganha muito dinheiro) abre mão da carreira para seguir o caminho político? Exemplificando: quanto ganha um médico especialista, por exemplo um cardiologista, e qual o salário de um governador? Será que a resposta seria "por amor à pátria"?
JOSÉ ROBERTO BRUNASSI (advogado) – Londrina

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