Aumento do IPTU
Respeito e admiro nosso prefeito Alexandre Kireeff. Simpatizo com a maneira transparente e ética que administra a cidade, mas esse aumento do IPTU me incomoda. Os brasileiros reclamam da quantidade de impostos que pagamos, Londrina não é exceção. Nosso prefeito e todos os políticos (de carreira ou não) precisam entender que a população não suporta aumentos de impostos em qualquer esfera (municipal, estadual e federal)! Diminua as despesas públicas, pois o valor que pagamos está muito alto pelo retorno que temos. Um pouco de respeito com o contribuinte é importante.

JORGE V. ESPOLADOR (leiloeiro) - Londrina



O choro é livre
Qualquer brasileiro de bem, carece ter olhos, ouvidos atentos, afiados e voltados para nossos atuais dirigentes políticos: petrolão/mensalão/Lava Jato/ superfaturamento da Refinaria de Pasadena/perda (no grito) da Refinaria da Petrobras para a Bolívia/perdão da dívida externa da Venezuela para com o Brasil/blindagem de corruptos/modernização do Porto de Mariel em Cuba com dinheiro do povo brasileiro(a troco de quê?)/transcocalera asfaltada e doação de plantadeiras, colheitadeiras e tratores à Bolívia (a custo zero!)/Mais Médicos cubanos/Petrobras que valia bilhões, hoje sucateada/dinheiro na cueca/apoio a regimes ditatoriais. Você não sabe ou ouviu nada? Sabe de nada, inocente! Não tape olhos e ouvidos: conivência com a bandidagem é crime. Na música devemos ouvir e enxergar letra e melodia (músico de verdade sabe disso), e assim se faz necessário com a política. Se o choro é livre, choremos pelo nosso surrupiado patrimônio antes que roubem nossas lágrimas e sejamos transformados numa filial de Cuba onde o todo poderoso chefão de lá não permite reclamar, quanto mais chorar.

FRANCISCO RIBEIRO(engenheiro agrônomo) – Londrina



Salário dos ‘bacanas’
Só queremos uma explicação: por que há diferença entre as correções dos salários entre os brasileiros? Só uma explicação, por favor. Por que os privilégios? As perdas inflacionárias não atingem a todos igualmente? Não seria mais justo e atenderia a Constituição Federal, quando diz que todos somos iguais perante a lei – o voto é igual para todos - se houvesse um único índice para todos? Esse é mesmo um país – infelizmente – não da mentira, mas onde o povo é enganado com muita facilidade.

JOSÉ ROBERTO BRUNASSI (advogado) – Londrina



Salário e carga horária incompatíveis!
Com relação à matéria "Câmara vai precisar de sessões extraordinárias" (Política, 25/11), gostaria mais uma vez de utilizar este espaço democrático da Folha de Londrina para expressar minha incompreensão e revolta em relação aos salários e carga horária dos políticos do Executivo e do Legislativo que nos representam (diferentemente da forma que gostaríamos), em todas as esferas. Os políticos do Legislativo, comprovadamente, participam de duas reuniões semanais, que normalmente não atingem a carga horária de um dia de trabalho de um trabalhador que recebe mensalmente um salário mínimo, enquanto os políticos do Executivo possuem jornada de trabalho em tempo integral de segunda a sexta-feira. E mais, a grande maioria dos políticos do Legislativo possui uma outra atividade profissional, quer seja um emprego ou uma empresa. Na condição de "patrão parcial" dos vereadores da nossa cidade, determino, que sejam feitas quantas sessões extraordinárias forem necessárias para que o nosso município e os munícipes não fiquem no prejuízo.

ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) – Londrina



Correção
- Em relação à reportagem "Educadora infantil diz que pós é essencial" (Geral, 27/11), a professora Jane Ester da Silva Bazoni, da rede municipal de ensino, esclarece que concluiu sua tese de dissertação em fevereiro deste ano.

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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