Desinformação x tolerância com a desonestidade
O título desta carta reproduz recentes manifestações de opiniões de leitores deste prestigioso jornal. Independentemente do colorido ideológico, bolivariano ou não, este espaço vem sendo usado enquanto for garantido o direito democrático à livre manifestação do pensamento, sabendo-se que, sob o pretexto do controle social da mídia, a mordaça será imposta por vontade do governo "LuloDilmista". Para reflexão, basta atentar para os seguintes fatos: Dilma aprovou a compra de Pasadena, causando prejuízo de mais de R$ 2 bilhões; após 10 anos do Luz Para Todos, um milhão continuam sem energia; o governo para fechar as contas posterga para 2015 pagamentos aos estados de mais de R$ 2 bilhões; o Brasil perdoou dívidas de países africanos e financiou bilhões de reais na construção de Porto em Cuba; o governo proibiu publicação do Ipea de que a miséria cresceu pela primeira vez; o governo entrega só 10,6% do PAC da Saúde; Dilma entregou só 14 das 513 UPAs prometidas. E a culpa é da imprensa! PT e aliados boicotaram a CPI da Petrobras e tentaram afastar da operação Lava Jato o competente e incorruptível juiz federal Sergio Moro. O Brasil vai muito mal: corrupção crescente, educação detonada e gestão pública incompetente. O descalabro do governo foi traduzida de forma brilhante pelo ilustre arquiteto Oscar Niemeyer: "Hoje eu vejo, tristemente, que Brasília nunca deveria ter sido projetada em forma de avião, mas sim de camburão".

BRUNO SACANI SOBRINHO (advogado)- Londrina



O que é ser um verdadeiro líder no governo
Em países desenvolvidos, o político é um herói, no Brasil é corrupto. E a corrupção não desenvolve nenhum país. Para mudar essa situação, não se deve reclamar, mas ensinar um novo ideal de político ao jovem. Afinal, se quem toma o lugar do corrupto é o filho deste, logo, a família de corruptos se perpetuará no poder. Se nossos filhos forem ensinados que valores seguir e ajudar a sociedade, então essa geração irá disputar o cargo com o filho do corrupto e, quem sabe, ser eleito e aos poucos ir afastando a corrupção que atrasa o país em todas as suas esferas (federal, estadual e municipal). Isso permitiria o desejado desenvolvimento, simplesmente a partir de um novo ideal.

RENATO JORGE RAEL DOS SANTOS (auxiliar administrativo) – Maringá



Estádio do Café
Vejo que os empresários têm uma visão de Londrina de uma cidade pequena. Temos um estádio que, pelo porte e estrutura, pode se transformar em uma belíssima arena. A administração pública já demonstrou que não tem a minha condição de tocar o Estádio do Café. Temos grandes empresas da construção civil, então, por que não se divide o estádio entre elas e repassa o direito de administrá-lo por determinado período em troca da reformulação? Cada empresa poderia dar o seu nome e teria direito de explorar o espaço do jeito que quisesse. Quando os times da cidade forem jogar no Café teriam que repassar uma porcentagem para as empresas.

CHRISTIANO SOARES (professor) – Londrina



Recado das urnas
O recado das urnas claramente mostrou que quase metade dos eleitores não está satisfeita com a empregada que ocupa o cargo de presidente no Brasil, mas como a democracia garante a vontade da maioria, fica o alerta para que se faça o básico: honestidade, seriedade, competência, investimento em infraestrutura, segurança, saúde, educação, porque chega de promessas e vamos ao trabalho. Afinal, pagamos bem até mais do que nós ganhamos.

MANOEL JOSÉ RODRIGUES (assistente administrativo) - Alvorada do Sul



Correção
- Diferentemente do publicado na matéria "Expressões faciais são uma grande fonte de informação" (Cidades, 18/11), o Facial Actions Coding System é um sistema de codificação das expressões faciais, já o polígrafo é um instrumento de medição de variáveis fisiológicas utilizado em interrogatórios na busca pela detecção da mentira.


■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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