OPINIÃO DO LEITOR
Escolhas e futuro
Faltando uma semana para o 2º turno das eleições para presidente no Brasil, é difícil saber quem irá ganhar e quem irá perder, se Dilma Rousseff ou Aécio Neves. Mas sei o que eu gostaria de ver ganhar e perder. Eu espero sinceramente que a corrupção, a hipocrisia, a mentira, a falsidade e a arrogância sejam derrotadas. E, por outro lado, que a honestidade, a sinceridade, a verdade, a ética e a humildade sejam vencedoras. Mais do que "planos de governo" o que está em jogo são valores morais e éticos que poderão definir o futuro deste País. A escolha está na ponta dos nossos dedos.
CARLOS JOSÉ ESTEVAM LIOTI (administrador) Londrina
Corrida presidencial
Não se trata de apoiar algum candidato ou partido. Mas como brasileiros que desejam ver realmente um país melhor, temos o dever de desconfiar de todas as promessas dos dois candidatos à Presidência da Republica, Aécio Neves e Dilma Rousseff. É uma decisão das mais importantes para o nosso país. É o futuro. Nessa guerra final, entre tapas e farpas, observamos, por um lado, nitidamente o desespero da candidata Dilma em se manter no poder, não importa os meios. Chega a prometer, se reeleita, realizar tudo o que não conseguiu fazer em quatro anos de sua gestão, assumindo assim a sua própria incompetência como presidente. Ela não conseguiu combater a inflação, corrupção, escândalos e o caos miserável da saúde pública e educação. Por outro lado, numa postura de salvador da pátria e com a sua ideologia de mudanças já, Aécio promete fazer tudo o que o governo do PT não conseguiu fazer, mas esquece-se que se eleito vai ter uma das mais violentas reações da oposição, nunca vista em nosso país, é o plano B do PT. Independentemente de quem for eleito, cabe a nós brasileiros exercer uma cobrança implacável das promessas dos candidatos, promover ser for o caso até um impeachment das promessas não cumpridas. Chega de ser meros e passivos espectadores ou o nosso país vai caminhar para um futuro incerto.
WANDERLEY RODRIGUES DO LAGO (representante comercial) Londrina
Votação eletrônica
O TSE insiste nas vantagens da urna eletrônica, porém os eleitores desconfiam das possibilidades de manipulação dos dados. O jeito é criar controle sobre o processo. Se criarmos uma cédula eleitoral que permita que a urna leia e guarde os votos dos eleitores, eventuais dúvidas e conferências por amostragem darão credibilidade ao processo. Na última eleição utilizamos 16 números para escolhermos nossos eleitos, então, bastaria uma cédula com 16 colunas com números de 0 a 9, cinco para deputado estadual, quatro para deputado federal, três para senador, duas para governador e duas para presidente. Se meu candidato a senador, por exemplo, tivesse o número de inscrição 754 nas três colunas desse cargo ou riscaria com tinta preta o número 7 na primeira coluna, o cinco na segunda coluna e o 4 na terceira. A urna eletrônica faria a leitura de meu voto na mesma forma de um cartão perfurado e guardaria a prova (os votos) de todos os eleitores daquela urna para uma possível conferência.
PAULO MAURICIO ACQUAROLE (aposentado) Londrina
Para frente Londrina
Sentimos que estamos vivendo um momento que há muito não se via em Londrina. Pelas regras da lógica e da matemática, Londrina está agora prontinha para avançar, pois diferentemente de Maringá, que sempre soube aproveitar "tudo" e está, por assim dizer, com o caminhão carregado, aqui a nossa carreta estava encostada e tem um imenso vazio a ser preenchido. Penso que a prefeitura deveria fazer a nossa propaganda em grandes centros, dizendo de nossa excelente posição geográfica, infraestrutura, muita água e, principalmente, um enorme contingente de trabalhadores. Quando dizemos Londrina, não dá para separar mais da região metropolitana da qual é composta.
JOSÉ ROBERTO BRUNASSI (advogado) Londrina
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