Liberdade do voto
Realmente, cada um vota em quem quiser, porém, dizer que se o PSDB ganhar a eleição o País poderá se transformar em uma Etiópia, como escreveu João dos Santos Souza (Opinião, 11/10), constitui desinformação. Aquele país sofreu vários golpes, rebeliões, imenso problema de refugiados, guerras como a de Ogaden, centenas de milhares de mortos como resultado do "Terror Vermelho", deportações forçadas, uma série de períodos de fome levando um milhão à morte. Nada a ver, portanto, com o PSDB que tem ajudado o Brasil a reencontrar o equilíbrio econômico criando importantes programa sociais, alcançando a universalização do acesso ao ensino fundamental, na prática instalando o SUS, os medicamentos genéricos e a entrega gratuita de remédios. Foi no governo do PSDB que a inflação monstruosa que penalizava sobremaneira as classes menos favorecidas foi debelada, foi implantada uma política de aumento real do salário mínimo igualmente a partir de 1994, a generalização de políticas de transferência de renda, as bolsas (iniciadas com a bolsa-escola), o benefício de prestação continuada com renda mínima de um salário mínimo para idosos e deficientes, a criação do Ministério da Reforma Agrária que assentou 500 mil famílias. Ao PT, o país foi entregue em bandeja de prata, iniciando-se um período de corrupção nunca dantes visto, de desvios, de superfaturamentos, de propinas, de mentiras, de investimentos em Cuba, países da África e outros sem qualquer retorno (ou alguém acha que esses países vão pagar algo?), de remessas de dinheiro para Cuba de forma dissimulada e ilegal pelo "Mais Médicos" em que vão R$ 10 mil e retornam R$ 3 mil para os "escravos" aqui alojados, e dos R$ 7 mil que ficam com os déspotas, dizem que a metade volta para o PT. Assim, a esperada mudança não poderá ser pior que isso.
JOMAR CORDEIRO DA SILVA (advogado) – Rolândia

Democracia: liberdade de escolha
Fico estarrecido como ainda existem pessoas que sabem das maiores denúncias de corrupção desse país (mensalão e Petrobras) no governo PT, e não se incomodam. Ninguém mais aguenta tantas mentiras do tipo "estão dando um golpe", "vão acabar com o Bolsa Família", pregando o ódio e a divisão do Brasil. Se Aécio perdeu por pouca diferença em Minas, no reduto petista do ABCD paulista, Aécio ganhou. Esquecem que o atual governo petista se alinha com ditaduras comunistas, constrói portos milionários em Cuba e ainda defende atrocidades praticadas por terroristas no Oriente Médio. Se continuarmos com mais quatro anos de PT, o Brasil vai seguir o caminho da Argentina e da Venezuela, cujos poderes se mantiveram na mão dos mesmos, e a economia afundou. Consequentemente, a população empobreceu. Agora, é o momento de darmos um basta nisso.
IBRAIM FLAVIO SILVA (médico) – Londrina

Democracia, o que seria isso?
Muitas pessoas se manifestam neste espaço, provavelmente justificando seu apoio ao PT, citando a democracia como um direito universal das pessoas a ter sua opinião e tomar ações conforme lhe apraz. Diz ser antidemocrático, criticar aqueles que lhes são contrários. Poderíamos concordar quanto ao voto desses cidadãos se suas opções não nos afetassem, física e moralmente como o que ora acontece. Temos obrigação sim de tirar das mãos dessa corja o nosso Brasil. E se esses senhores se contentam com esmolas e falácias, que se abriguem em Cuba ou na Venezuela, aqui não! Tenho e uso meu direito de cidadão, tentando legar aos descendentes algo muito melhor do que hoje me submetem.
RUBENS ROMAGNOLLI (engenheiro civil) – Londrina

Correção
Diferentemente do publicado na reportagem "Paraná bem dividido entre presidenciáveis" (Política, 12/10), o PT foi mais votado que o PSDB na maioria das cidades que compõem as regiões Sudeste, Centro Sul e Noroeste do Paraná. Na região Sudeste, Aécio Neves (PSDB) passou os adversários em 16 municípios, enquanto Dilma Rousseff (PT) superou os outros candidatos em cinco.

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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