Opinião Atualizado em 11/10/2014, 23:00
OPINIÃO DO LEITOR
Criança deve ser tratada como criança. É importante que ela tenha um limite. Se o ser humano tem uma série de impulsos e desejos e não tem espaço que o contenha, ele assume uma forma caótica. Inicialmente, a família e a escola têm a função de "conter" os impulsos e oferecer alguns espaços para que eles encontrem estruturação adequada. Pôr limite não é dizer não a todo tempo, isso é castração. Os limites são a base das relações sociais. Em nossa sociedade a transgressão é regra. Educação liberal hoje é sinônimo de educação fraca em que tudo é permitido. Disciplina entenda-se limites - é indispensável na educação. Os limites são saudáveis e permitem, pela contenção, a organização da criatividade e ajudam a criança a crescer. Hoje vê-se crianças cada vez mais apáticas, autodestrutivas e violentas. Antes havia falta absoluta de direitos infantis, mas agora as coisas extrapolaram. Acatar todas as vontades e dar privilégios às crianças dificultam o desenvolvimento do caráter. Não dar regras, orientação firme e clara é a melhor maneira de criar arrogância e desrespeito. O amor, cuidado e disciplina são elementos essenciais na educação. Não é prudente o uso de punição física, nem descomposturas humilhantes, mas há maneiras seguras e eficientes de impor disciplina. É necessário que as crianças sejam desafiadas a serem melhores do que são.
MARIA AMÁLIA MONTEIRO DO NASCIMENTO (professora aposentada) Londrina
É de espantar como os grandes institutos de pesquisa erraram feio na porcentagem das intenções de voto para presidente da República do chamado grupo G3 (Dilma, Marina e Aécio). No fim da campanha eleitoral as pesquisas apontavam Dilma com 40%, Marina com 28% e Aécio em terceiro lugar com pouco mais de 20%. Depois do último debate na TV, Aécio deu uma pequena disparada e conseguiu passar Marina com aproximadamente 25% das intenções de voto. Ambos estavam empatados tecnicamente, e Aécio favorito para ir ao segundo turno contra Dilma. De fato isso aconteceu, mas surpreendentemente foi a diferença dos votos que recebeu Aécio: passou com 33% de aprovação e deixou Marina lá atrás com modestos 21%. Dilma continuou com seus 40% do eleitorado. Será que dá para confiar nos métodos de pesquisa utilizados neste país? É, no mínimo, estranho só terem acertado nas intenções de voto da candidata Dilma. As pesquisas são de extrema importância para se chegar a um objetivo em prol de um bem comum, mas é bom lembrar que também pode influenciar em decisões importantes, principalmente no campo político, onde já não há mais espaço para se cometer erros.
JULIO AUGUSTO DE JESUS BENATTI (vigilante)- Londrina
Tenho familiares e amigos que são profissionais nesta área e vou ser bem franco, se algum jovem perguntar o que eu acho se ele escolher ser professor neste país vou responder: "Nem a pau, Juvenal!". É uma vergonha o que nossos alunos e seus pais fazem com nossos professores hoje. São agressões verbais, físicas e até com ameaça de morte. E que o Ministério Público ou outras autoridades fazem? Nada porque pode causar um trauma no aluno. Tenho muito orgulho da época quando um professor entrava na sala de aula e todos ficávamos de pé para recebê-lo. Agradeço a todos meus professores pelo trabalho desenvolvido. Desculpem, mas está na hora de alguém salvar essa classe pouco valorizada.
ROGEMAR MONTEIRO (servidor público) Londrina
Já faz muito tempo que o Lago Igapó está em situação deplorável. De modo geral, o assoreamento danifica a fauna e a flora, reduz a qualidade da água e pode causar enchentes. De quem é a culpa? Muitos falam que é "dos políticos", mas não é somente deles. A culpa é também da falta de conscientização da população e do inadequado armazenamento de materiais de construção. Antes que o lago daqui a algum tempo vire um lamaçal, é preciso conscientizar a população e fazer o desassoreamento do Igapó. Infelizmente, o município não tem dinheiro para o desassoreamento, então só nos resta tomar iniciativa e tentar ajudar o nosso principal cartão postal.
AMANDA MARIKO HAIDA (estudante, 12 anos) - Londrina
Concordo com a legalização da maconha para fins medicinais, mas deveria ser restrita para pessoas que realmente precisam. Deveria ser necessário fazer um requerimento na Justiça para ser liberado o uso. Se a droga fosse legalizada para todos que tiverem uma receita médica, iria ser mais fácil de burlar as leis e assim o tráfico de maconha iria aumentar.
JOÃO VICTOR GASPARINI DA CUNHA (estudante, 12 anos) Londrina





