Reta final
Estamos na reta final da corrida eleitoral e é hora do eleitor procurar um tempinho para consultar a história e o passado de todos candidatos. Vale lembrar que de mentiras e promessas deslavadas o eleitor já está cheio. Até o momento o que temos assistido nas campanhas não está sendo nada "atrativo". Enquanto isso mensaleiros são "liberados" para ficar no conforto de suas mansões e corre em sigilo o episódio "propinoduto" na Petrobras. Fatos nada atrativos para que se mantenha esse governo que aí está, como sempre usando o Bolsa Família como trampolim eleitoreiro e fazendo festa com o dinheiro publico. A urna eletrônica não é brinquedo e, se não for utilizada de forma consciente, pode virar uma bomba relógio. Veja só o poder que o eleitor terá nas mãos utilizando apenas um dedo.
MARIA REGINA MINTO REYES (assistente administrativo) – Londrina

Peso do voto
Estamos às vésperas de uma das mais importantes eleições da história do Brasil e, é nesse momento que, cada eleitor deve refletir profundamente em cada candidato, seja para presidente, senador ou deputados. Busquem a vida pregressa de cada um, o que fizeram verdadeiramente pelo seu país, Estado ou município. Aos novatos, pesquisem profundamente as suas vidas e vocações honestas para mudar este país, ou se eles querem apenas um cabide de emprego. É papel de cada eleitor levar a sério a esperança de mudar o país ou vamos ver as consequências amargas no futuro e o peso de ter perdido essa oportunidade ímpar de ver um Brasil melhor.
WANDERLEY RODRIGUES DO LAGO (representante comercial) – Londrina

‘Gay tem que morrer!’
Chocante? Pois bem, imagine quantos pensam assim para que se mate um gay a cada 28 horas no País segundo reportagem publicada pela Folha de Londrina (Geral, 1/10). Se contassem os que apanham, nem imagino quantos seriam. Sou heterossexual, e justamente por isso estou tão preocupado. Tenho colegas gays e eles sabem expor sua opção. E nós, os "machos", homens que gostam de mulher? Espancamos eles para mostrar que somos homens! Somos de fato todos macacos, mas não porque somos todos "meio negros" no Brasil, e sim por agirmos feitos macacos descontrolados que berram, gritam e batem quando contrariados. Infelizmente, tornar a homofobia crime não vai resolver o problema, assim como não se resolveu com o estupro e o racismo. Queria muito que evoluíssemos, deixando de ser um bando de macacos idiotas com carros e IPhones 6. Gostaria mais ainda que os "machões" aprendessem que homem de verdade é aquele que tem educação, sabe o que é cordialidade, respeito e trabalho duro. Corre atrás e defende seus valores, mas acima de tudo, tem palavra. Se todos nós nos dedicarmos a evoluir, buscando tais valores, não vai sobrar tempo para cuidar da vida e da opinião dos outros.
MARCUS VINÍCIUS ISSA VIEIRA (dentista) – Londrina

‘Férias coletivas’ dos bancários
É uma pena que existam pessoas que pensam como a leitora Nina Cardoso (Opinião, 1/10). Tratar a greve dos bancários como "férias coletivas", "marcadas" para um período melhor que permita a ida à praia, é no mínimo falta de respeito com uma classe que trabalha muito. O trabalho dos bancários proporciona altos lucros aos banqueiros deste País. A greve só foi definida após oito rodadas de negociações, sem qualquer avanço. A luta dos bancários é também por melhorias das condições de trabalho e atendimento ao público. Os bancários sofrem com a sobrecarga de trabalho, ocasionada pelo corte de milhares de postos de trabalho nos últimos anos e adoecem (um nicho para psicólogos) em função da pressão por metas de vendas de produtos e serviços. Os clientes sofrem com filas e tempo de espera, cada vez maiores, e ainda com o pagamento de altas tarifas e juros abusivos. Os bancários, como qualquer classe, buscam condições dignas para o exercício de suas inúmeras atribuições e melhor qualidade no atendimento aos clientes.
JOSÉ CARLOS FRANÇOLIN (bancário) – Umuarama

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

mockup