Greve dos bancários
Mais uma greve dos bancários está anunciada para hoje e um questionamento se faz necessário: quem será prejudicado? A resposta é óbvia: o cidadão londrinense. E os bancos como ficam? Ficam aguardando uma negociação com os grevistas, pois os empréstimos concedidos aos clientes continuam gerando juros, os saldos devedores continuam devedores e correndo juros. A greve em nada afeta os lucros dos bancos. Como ficará no futuro? Os bancários pleiteiam quase 6% de aumento real, ou parecido com isso; os banqueiros contrapõem 0,6%; ficam em eterna discussão para depois de um bom tempo "chegar a um acordo" com 3% ou 4%. Enquanto isso, os clientes ficam à mercê desse imbróglio bancários x bancos. Nunca se chegou a patamares de reajustes salariais e outros benefícios próximos daqueles almejados pelos bancários. Essa greve somente prejudicará os londrinenses que, infelizmente, como toda população brasileira dependem dos bancos para gerar seus recursos e cumprir com seus compromissos. O direito de greve (a despeito de ser lícito) e seus prejuízos têm que atingir os bancos e nunca o cidadão.
CARLOS HENRIQUE SCHIEFER (advogado) – Londrina

Escândalos
Não bastasse o tal do mensalão, agora o escândalo da Petrobras que estão chamando de "Petrolão". O roubo é tão grande que o mensalão e todos os outros anteriores passam a ser fichinha diante do volume de dinheiro desviado e a quantidade de pessoas envolvidas, cujas denúncias aparecem 11 senadores. Sem contar com os inúmeros processos ainda em andamento e sem solução. O governo do nega tudo, como sempre. O grande temor é a reeleição do PT, e se isso acontecer o processo do Petrolão tende acabar em pizza por uma simples razão: o governo vai ter a maioria no Supremo Tribunal Federal. Só uma derrota do PT na próxima eleição para reverter essa possibilidade. Foi uma pena a aposentadoria precoce do ex-ministro Joaquim Barbosa, até agora uma incógnita ainda.
WANDERLEY RODRIGUES DO LAGO (representante comercial) – Londrina

Nossos governantes
É difícil entender os alienados políticos. Defendem uma esquerda doentia, incompetente, querem estatizar o que no mundo todo não deu certo e no Brasil servia apenas como cabide de emprego e prejuízo ao país. Hoje as estatais privatizadas geram lucro ao país e trabalho, saímos do tempo da pedra. Existem corruptos em todos partidos, mas esse governo de esquerda, defendido por milhões, faz vergonha em todo mundo. Centenas de milhares são assassinados por ano no Brasil, seja por armas, drogas, acidentes ou no SUS - elogiado por Lula - e nosso governo e direitos humanos não estão nem aí. Os juízes primeiro aumentam os próprios salários: ganham num mês o que o milhões de trabalhadores suam o ano inteiro para ganhar, e há outros milhões que nada ganham e vivem à beira da miséria total. E esse não é o governo do PSDB e sim do PT, partido da "ética, de esquerda que, depois de 12 anos, ainda permite que isso ocorra. Nunca se viu tanta roubalheira e corrupção quanto agora e não escondem debaixo do tapete porque a imprensa denuncia, mas com a ajuda do nosso "belo" Parlamento tenta esconder da opinião pública. Só com a desvalorização da Petrobras (são bilhões de prejuízo), outros bilhões perdoados e/ou doados a países de ditadura, muito se faria ao povo brasileiro. Nossa presidente condena na ONU o ataque aos terroristas, mas se esquece dos milhares de mortos ou expulsos por esses terroristas. Ela quer consertar o mundo, coisa que aqui seu governo não tem competência para fazer.
ANTONIO FELICIO SCOPARO (professor aposentado) – Londrina

Pedágio
Sempre fui contra o pedágio, pois tolhe nosso direito de ir e vir. As rodovias sempre foram o principal meio de transporte das riquezas do País. Da cobrança do IPVA, metade fica com o Estado e outra com os municípios. O Estado tem obrigação fazer e manter as rodovias. Já os municípios cuidam das ruas, mas boa parte do dinheiro dos impostos é só para pagar servidores públicos.
OSMAR CARVALHO (contador) - Londrina

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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