Joaquim Barbosa está certo
Eis as palavras do ex-ministro do STF Jaquim Barbosa: "A reeleição funciona como a mãe de todas as corrupções". O instituto da reeleição é, de fato, um instrumento pernicioso que permite a perpetuidade no poder com todas as suas mazelas. A alternância no poder obriga quem o detém a agir o mais corretamente possível porque sabe que seus atos sofrerão severa fiscalização por parte de quem virá logo depois. Vivemos num regime democrático e não num reinado(onde o poder passa de pai para filho) e nem numa ditadura (Deus nos livre disso!). Sabemos como foi implantado o instituto da reeleição no Brasil: foi exigência de quem hoje combate os que se reelegeram e conseguido por meio de votação tão nebulosa que, naquela ocasião, cinco deputados renunciaram ao mandato por terem sido acusados de receberem vultosa propina pelos votos a favor. A reeleição deveria ser banida legalmente do nosso sistema eleitoral em todos os níveis. Mas a pergunta é: quem o fará, já quem está no poder não quer sair e política virou a profissão mais bem remunerada, direta e indiretamente, em nosso País? Quem se habilita a mexer com mais esse privilegio? Precisaríamos uma nação com milhares de Joaquim Barbosa.
EDGAR BAER (advogado) – Londrina

Política x eleitor
Não bastasse infringir a lei com a propaganda eleitoral visual, há candidato ressaltando ser filho de determinados políticos, velhos conhecidos de gestões passadas e também dos tribunais de Justiça. Descaradamente citam o aval das velhas raposas, pois sabem bem que para o seu eleitorado, aquele "pão e circo" lhes oferecido na gestão do velho pai lhes garante o voto fidelidade, extensivo às raposinhas. Essas raposas, da mesma maneira que enganam o povo, também o fazem com sua prole e assim jamais veremos um seu descendente fazê-lo enrubescer pelas canalhices aprontadas lá atrás. No Brasil tudo pode, só não pode é fazer um "puxadinho" no seu quintal sem comunicar o órgão competente!
RUBENS ROMAGNOLLI (engenheiro civil) – Londrina

Os embalos se foram
É de cortar o coração de cinquentões, como eu, ver essa geração sem a magia que os anos 70 e 80 nos proporcionaram. Um lampejo vem à cabeça com a novela global que retrata os anos 70, é lógico. Foi espetacular essa época. Íamos 5, 10 vezes ao Cine Augustus em turma para assistir aos filmes e melhorar a coreografia. Ao "Som da Rapina" no Grêmio e nos concursos no Canadá e Country esbanjávamos alegria. Vez em quando na Step By Step e Gruta, depois New Time, mas o melhor eram "as brincadeiras dançantes" nas casas. A maioria dessa geração morre por causa das drogas, isso não existia na época, nem curiosidade tínhamos de saber o que era. Que pena, é uma judiação o que está acontecendo com a maioria dos jovens que só pensa em bebidas, drogas e sexo à vontade (meninos e meninas), mas isso não é o essencial para se divertir e muito menos para sobreviver.
FLORISVALDO CAMPANHA (executivo de vendas) – Londrina

Dengue, ebola e políticos
A dengue transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, se não cuidada a tempo, pode levar o ser humano a óbito. Sua erradicação depende do esforço do povo e de ações sanitárias do Estado. O ebola é um vírus de difícil diagnóstico já que seus sintomas, como olhos avermelhados e erupções cutâneas são mais comuns, podem durar até 21 dias para serem reconhecidos. Com mais de 90% de chance de ir a óbito. Vírus mais concentrados no continente africano. No Brasil temos um vírus diagnosticado como corrupção: é transmitido de pais para filhos, irmão, sobrinho, esposa e outros contaminados afins.
WILSON OLIVEIRA TRINDADE (bacharel em Direito) - Londrina

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