Terrorismo eleitoral
Depois da delação dos envolvidos no assalto bilionário aos cofres da Petrobras ficou evidente que estamos sendo governados por uma quadrilha bem estruturada entranhada nos poderes Executivo e Legislativo, cujo chefe se esconde nos momentos difíceis e surfa na onda da popularidade quando lhe convém. Nossa presidente já apela para o repugnante "eu não sabia" na falta de explicações convincentes sobre as trapaças feitas diante dos seus olhos, com o intuito de desviar dinheiro da petrolífera. Está em curso a exploração do pré-sal, com reservas estimadas em R$ 1,3 trilhão. Imaginem essa dinheirama nas mãos sujas dessa gente. Por outro lado, o que os marqueteiros petistas estão fazendo com Marina Silva é covardia. Jogo sujo, calúnias e mentiras difamam a imagem da candidata. Baixaram o nível da campanha, num terrorismo eleitoral próprio da militância petista. Fico imaginando que armas usarão contra a nossa democracia, quando acharem que chegou a hora de "venezuelizar" o Brasil, como tanto desejam. A esperança para salvar a Nação desse jugo ideológico e da corrupção sem precedentes na história brasileira seria uma Justiça célere e rigorosa. Mas esperar o que da nossa Corte Suprema, se a primeira preocupação do seu novo presidente foi aumentar o próprio salário? Não podemos perder a nossa capacidade de indignação e nem aceitar passivamente essas bandalheiras.
LUDINEI PICELLI (administrador de empresas) – Londrina

Agentes de trânsito
Concordo com o leitor Adoniro P. Mathias (Opinião, 15/9) sobre os agentes de trânsito da CMTU. Eles são funcionários públicos despreparados e descompromissados com suas funções. Na verdade, parecem tartarugas nos postes protegidos por políticos como forma de atender os interesses de sua tribo e não da sua comunidade. Quantas vezes já avistei duplas de agentes municipais passeando no Calçadão totalmente alheios às suas funções, enquanto o desrespeito e as imprudências de pedestres e motoristas campeavam À volta sem serem molestados. O excesso de velocidade em Londrina passou a ser uma rotina, sem contar que a liberdade concedida aos motoristas, especialmente motociclistas, contribui para a rotina dos graves acidentes de trânsito.
ANTONIO CARLOS CANTONI (advogado) - Londrina

Embrapa e pesquisa agropecuária
A nota do colunista Cláudio Humberto sobre a Embrapa (Política, 10/9) revela uma enorme ignorância sobre o agronegócio brasileiro, sobre pesquisa agropecuária em geral e sobre a Embrapa em particular. Alguém precisa informá-lo de que a Embrapa realmente não é o celeiro do mundo. O celeiro do mundo (hoje e no futuro próximo) é o Brasil e isso em grande parte se deve à competência dos pesquisadores agrícolas brasileiros, da Embrapa e de outras instituições de pesquisa públicas como o Iapar, o IAC, a Epagri, etc. E tanto essas instituições como a Embrapa poderiam sim "ampliar" seus quadros e assim produzir mais inovação tecnológica para a agricultura nacional, viabilizando produtos melhores e mais baratos para alimentar a população brasileira, exportar e até mesmo beneficiar alguns ignorantes como esse colunista.
PAULO VARELA SENDIN (engenheiro agrônomo) - Londrina

‘Filhos do futuro’
Parabéns à estudante Thainara C. Silva pela crônica "Filhos do futuro" (Folha2, 17/9). Você tem muito futuro pela frente, leia muito, não pare de escrever, escreva muito e que Deus a abençoe na sua nova profissão que virá automaticamente.
NIVALDO CREMONEZI (aposentado)- Cambé

Correção
Na matéria "Governo do Paraná volta a extrapolar limite com pessoal" (Política, 17/9), o sexto parágrafo é "Em contrapartida, os investimentos em dois setores ainda aparecem abaixo do mínimo exigido pela Constituição. Em ciência e tecnologia, o governo gastou 1,57% da receita tributária líquida. Já ao pagamento de precatórios destinou 1,74%. Para os dois setores, o percentual previsto é de 2%".

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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