Debates políticos
Por que não se pergunta nos debates políticos: o sr.(a) diz que fará, por que não fez ainda, se estava lá? O sr.(a) assina agora um documento abrindo mão de tudo que tem se não conseguir justificar a origem? Se o sr.(a) sendo quem é, por que quer ser eleito(a), se o salário que vai receber é infinitamente menor do que ganha em suas atividades particulares? Se o sr.(a) tem tanta confiança no que diz, dará em garantia seu patrimônio particular se der errado? O sr.(a) avalia com o seu patrimônio particular qualquer promessa feita agora e não cumprida? O sr.(a) assina um documento abrindo mão de seu mandato, e de todo o seu patrimônio, no mesmo instante em que houver falcatruas; nomeação de parentes (diretos ou não); que se comprovar que mentiu para o povo? O candidato(a) que responder a essas indagações, satisfatoriamente, e ainda dizer que fará seus avalistas (tudo em cartório bem assinadinho) seus parentes que hipotecarão seus bens em garantia do mencionado acima, acreditem, são os verdadeiros políticos, mas loucos se os garantirmos.
JOSÉ ROBERTO BRUNASSI (advogado) – Londrina

Agentes de trânsito
Ao longo dos anos, mantive contatos com alguns agentes de trânsito, os quais demonstraram prepotência e superioridade, quando do meu atendimento, ao não descerem das suas motocicletas e não tirar os seus óculos escuros ao me atenderem. Importante dizer que sou favorável às aplicações das multas que ocorrem em nossa cidade, quer seja, pelo excesso de velocidade, estacionamento irregular, não uso do cinto de segurança, uso do telefone celular, etc. Porém, não posso concordar que a função do agente de trânsito não seja estendida de forma a ser notada para: auxiliar pessoas obesas, idosas, especiais a atravessarem uma rua; campanhas para que tenhamos um trânsito mais seguro; facilitação, por intermédio da presença de um agente de trânsito, em horários de rush, em cruzamentos e rotatórias congestionados. Justificar dizendo que não tem pessoal, não aceitarei, visto que por inúmeras vezes presenciei dois e até três agentes ao lado de um radar, que necessita de apenas um agente para operá-lo!
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) – Londrina

Diga não à reeleição
Eleitor, para o bem da democracia e do fortalecimento do Legislativo, diga não à reeleição de qualquer político. Política não é profissão. Mandato político é exercício transitório. Tanto o Parlamento quanto os governos precisam de constante renovação. A reeleição política tem sido responsável pelo cabide de emprego, pela falta de novas cabeças pensantes tão necessárias à saúde do Legislativo, pela corrupção e pela formação de dinastias familiares políticas espraiadas pelo País, um traço viciado da estrutura política brasileira que o eleitor precisa combater. Temos que barrar o "político profissional", que tem como objetivo defender os seus inconfessáveis interesses e de grupos que representam, bem como desfrutar as benesses públicas. É incrível que se tenha no Parlamento Federal, por exemplo, o deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) exercendo a sua 11ª legislatura. Aqui, podemos responsabilizar o imoral instituto do voto obrigatório, que arrasta às urnas incautos eleitores, que elegem e reelegem qualquer um em troca de falsas promessas. A renovação política é salutar para evitar o comodismo e o continuísmo de grupos que pretendem se eternizar no poder.
JÚLIO CÉSAR CARDOSO (bacharel em Direito) - Balneário Camboriú (SC)

Questão do racismo
Discriminar uma pessoa pela sua condição racial, causando-lhe humilhação, constrangimento, desonra ou qualquer outra forma de prejuízo moral é inaceitável, desumano e deve ser punido com os rigores da lei. Agora, uma grande parcela do que estamos vendo na mídia nada mais é do que "tempestade em copo d'água".
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) – Cambé

Correção
Diferentemente do publicado na capa da FOLHA e na capa da Folha Rural (13/09), o planeta deverá abrigar 9,2 bilhões de habitantes em 2050.

Na matéria "Sobrevida à velha roupa colorida" (Cidades, 13/09), as legendas e os créditos das fotos estão trocados.

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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