Despreparo político
A famosa indagação do palhaço Tiririca para sua eleição como deputado federal - "Você sabe o que faz um deputado federal? Eu também não. Vote em mim que eu te conto" - parece ser uma triste realidade entre alguns candidatos. A análise - feita por cientistas políticos ouvidos pela Folha de Londrina – sobre o desempenho de postulantes ao Senado mostra o despreparo daqueles que querem o nosso voto. Concordo com o professor Clodomiro Bannwart Júnior ao dizer que essa falta de preparo dos candidatos, "ajuda a sinalizar a fragilidade de nossa estrutura política". Não precisamos de candidatos com o mínimo de conhecimento (ou nem isso) sobre suas funções, e sim de candidatos com plena noção dos seus deveres como senador, governador ou qualquer outro cargo político.
MYLENA MAYUMI CAVALCANTE (estudante) – Londrina

Intolerância
É muito comum nos deparar nesta seção com expressões de intolerância ao pensamento divergente, um dos princípios da democracia. Existem demonstrações claramente inspiradas nos pilares do nazismo, elegendo um grupo como sendo impoluto enquanto os demais deveriam ser extintos, chegando ao cúmulo de chamar de ignorantes as pessoas que pensam diferente. Causa espécie a indigência intelectual que deságua nesse comportamento. Essa atitude em nada contribui para melhorar as relações interpessoais que devem permear ensinamentos cristãos e a boa regra de convivência humana, porquanto só se presta a inflar o ódio de quem já o tem incorporado, mas os votos são os mesmos. Tal pregação de ódio não tem o condão de mudar votos. É bom lembrar que existe muita coisa que também merece a indignação coletiva e que sistematicamente é camuflada, tais como o transporte de mercadoria ilícita sem dono em helicóptero com dono, aeroportos de Cláudio e Montezuma, jatinho cuja propriedade ninguém quer assumir, caso do metrô, lista de Furnas, compra da emenda da reeleição, festival da privataria com recursos enviados para paraísos fiscais, etc.
HELEMILTON DIAS DE OLIVEIRA (advogado) – Londrina

Questão palestina
A professora Syla Mirian Goldman (26/8) saiu em defesa do advogado (e patrício, se notarmos os nomes de ambos) David Schnaid e da dita legitimidade dos ataques covardes de Israel aos palestinos. Compare o mapa da região no ano de 1948, quando da fundação de Israel, e atualmente. Assim será possível conhecer quem é o grileiro e quem está sendo lesado, praticamente lançado ao mar. Atentemo-nos ainda ao número de civis israelenses mortos, relativamente irrisório face à hecatombe promovida por Benjamin Netanyahu e companhia, com o aval da ONU e Obama (ONU e EUA são a mesma coisa, no fim das contas). Com os dados apresentados, alguém aí tem dúvida de que os israelenses são os verdadeiros terroristas?
MATEUS PATROCÍNIO DE OLIVEIRA (músico) – Londrina

História de Londrina
Com relação à matéria "Fotos ilustram a Londrina do passado´´ (Cidades, 26/8), é muito bom saber um pouco mais sobre a história de nossa cidade e das pessoas que participaram da sua construção. Com certeza, irei conferir essa exposição no Museu Histórico.
RODOLFO KIKUCHI DO NASCIMENTO JUNIOR (estudante) – Londrina

Atendimento do PAI
Esse espaço democrático da Folha de Londrina oportuniza, dentre outros, críticas e elogios. Particularmente, mais critico do que elogio. Entretanto, em função de um excelente atendimento da área de saúde estou elogiando. No último final de semana, um casal de amigos levou a filha ao Pronto Atendimento Infantil (PAI). Segundo os pais, o atendimento dos servidores foi fantástico, enquanto a estrutura e o moderníssimo sistema de raio-X surpreendeu. A mãe "rasgou elogios" ao servidor que os repassou para o chefe do Executivo. Parabéns a todos pelo trabalho.
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) – Londrina

Correção
Ao contrário do informado na matéria "Busca por independência desafia ouvidorias públicas" (Política, 27/8) há 30 anos o Brasil não possuía ouvidorias públicas.

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