O futuro? Está longe!
Escândalos na Petrobras, Copa do Mundo, Olimpíadas de 2016 são acontecimentos que mexem e remodelam nossa economia. Há alguns anos, com a descoberta do Pré-Sal, teve-se nos olhos dos brasileiros uma esperança para o nosso país. Contudo, os fatos divulgados recentemente colocaram esse sonho "por água abaixo" - e coloca baixo nisso, uns 800 quilômetros de profundidade. Vivemos cercados dos sinais gritantes de uma hiperinflação iminente, em que preferimos ignorá-los (com a ajuda da mídia) a solucioná-los, dando prioridade a coisas supérfluas - nesse momento - como as Olimpíadas. Ou você acha que a pior desaceleração econômica desde o governo Collor e um crescimento de no máximo 3% até 2018 nada têm a ver com a Copa do Mundo?
CAROLINA VENGRUS (estudante) - Londrina

Financiamento de campanhas
Dos oito candidatos ao Senado pelo Paraná que responderam sobre "Custo de campanha e financiamento público" (Política, 13/8), o mais coerente com a condição atual da política brasileira foi o senador Alvaro Dias. Ao menos, ele foi o mais claro quando diz que no Brasil não existe partidos políticos, mas temos siglas como arapucas. Seria importante que a Lei da Ficha Limpa atingisse também os partidos. Vemos alguns partidos agindo como um receptador, tipo uma empresa constituída legalmente que compra mercadoria com fonte duvidosa. Os partidos agem da mesma forma ao viabilizar vaga para candidatos que todos sabem que são ficha suja. Só o TSE não sabe ainda pela lentidão nos processos. Os partidos sabem e fecham os olhos porque o candidato tem muito dinheiro e será bem votado. E mesmo que seja cassado depois de eleito, o partido continua brigando pela vaga. Enquanto não mudarmos o sistema e não fizermos a reforma política não vamos mudar nada.
SEBASTIÃO CALMEZINI (comerciante) – Londrina

Correção de aposentadorias
Apenas para lembrar ao sr. João dos Santos Souza (Opinião, 14/8): em 2010 o Congresso Nacional aprovou o projeto de lei que determinava o fim do nefasto fator previdenciário, seguindo o mesmo para a sanção do Poder Executivo, que o transformaria em lei. E o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou o projeto aprovado quando faltavam 4 ou 5 meses para o término de seu mandato. Portanto, é culpa do atual governo, sim, se continuamos tendo nossos recebimentos diminuídos, a cada ano, por culpa desse malfadado fator. Além disso, nossa revolta se reforça pelo fato de que aqueles que nada fizeram e nada fazem na vida, vivendo de "bolsas tantas", receberam 10% de aumento enquanto o nosso índice pouco passa dos 5%. Somos aposentados e idosos, mas não somos bobos. Votamos e influenciamos nossos familiares. E sabemos, muito bem, em quem "não" devemos votar. Parabéns a todos os aposentados que estão mandando suas opiniões coerentes aos jornais.
NINA CARDOSO (vice-presidente da Associação dos Aposentados, Pensionistas e Idosos de Londrina) – Londrina

Sentimento patriótico e indignação
Pelas suas características climáticas, geográficas, fenômenos e riquezas naturais, chegamos à conclusão de que o Brasil destaca-se como um dos "melhores" países do mundo. Não registramos elevadas e nem baixíssimas temperaturas; não presenciamos tufões, ciclones, terremotos e outras manifestações da natureza que nos causem danos; a imensa maioria da população é ordeira, laboriosa, pacífica e cumpridora de seus deveres; falamos e somos ouvidos em todos os quadrantes, sem dialetos; nas atividades produtivas (agricultura, pecuária, horticultura, etc.) somos grandes produtores; a sociedade brasileira e os povos de outros países que emigraram para cá emprestam valiosa contribuição em valor do nosso desenvolvimento e já somos a 7ª economia do mundo. Enfim, tudo neste país é grande e ótimo, à exceção dos atuais dirigentes do País. Urge que o povo reaja, fazendo valer a sua autoridade, eliminando os corruptos que se encontram no poder pelo voto consciente, responsável e patriótico nas próximas eleições.
RUBENS VASCONCELOS CALIXTO (aposentado) - Fênix

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