OPINIÃO DO LEITOR
Adeus, Eduardo Campos
O Brasil está de luto. Perdemos um político que poderia contribuir muito para um Brasil melhor. Com certeza, a grande maioria dos brasileiros está entristecida com essa perda. Entretanto, para muitos políticos a perda desse jovem concorrente na eleição presidencial trouxe alívio. Oxalá, que de alguma forma, e de onde quer que ele esteja, o saudoso Eduardo Campos possa colaborar para que o Brasil eleja um presidente capaz de mudar o péssimo momento político que vivemos.
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) Londrina
A política sem Campos
Tenho para comigo que Eduardo Campos, tragicamente morto no acidente aéreo, estaria na condição de "dos males, o menor" em relação a Dilma Rousseff e Aécio Neves como candidatos à Presidência. Marina da Silva, possível indicada ao lugar de Campos, mostra-se chocha e insípida, apesar de viver "pulando" de um partido para outro, o que lhe confere status de inconvicta vira-casaca dentro do meio político. Comenta-se também o "volta Lula" entre os "cumpanheiros" e os partidos parasitários do governo com uma renúncia forçada da presidente Dilma. Com relação a isso, só me cabe um comentário: basta de tragédia!
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) Cambé
Memória política
Acredito que ainda vamos conseguir eleger pessoas de boa índole que trabalharão arduamente em prol dos anseios da comunidade. Em eleições passadas votei em Beto Richa (governador), em Roberto Requião (senador), em André Vargas (deputado federal), em Luiz Eduardo Cheida (deputado estadual) e percebi que o Estado pouco fez por Londrina. O senador impediu empréstimo de verba para o Estado; o representante federal envolveu-se em escândalo; o representante estadual envolveu-se em improbidade administrativa. Em 2012, votei em Alexandre Kireeff para prefeito e até o momento tem se desdobrado para fazer algo após anos de poucas melhorias na cidade, com poucos recursos financeiros e ainda com boa parcela de servidores que acha estar fazendo favor à população. Esquecem que estão lá para trabalhar em prol das necessidades das pessoas que os procuram. A indignação maior é de ver sete vereadores, eleitos com a promessa de inovação e trabalhar para uma Londrina melhor, como candidatos a deputados estaduais e federal. Aproveitem para desfrutar de seus polpudos salários até o fim do mandato, pois tenho certeza que os senhores não se reelegerão nem para vereadores novamente. É difícil, mas vou continuar tentando acreditar e votar em pessoas que podem mudar nossas leis e trabalhar em prol da comunidade londrinense.
LUIZ CARLOS DE ALMEIDA (professor) Londrina
Razoabilidade com respeito
Com relação ao artigo "Construir com respeito, não demolir instituições",escrito pelo professor Antonio Carlos Zani (Espaço Aberto, 13/8), gostaria de perguntar onde o articulista estava quando o Ministério Público construiu sua sede em um fundo de vale, área de preservação ambiental e hoje está fazendo ampliações em uma área inedificável? Onde está a isonomia neste caso, já que para a devida regularização desse abuso a Prefeitura de Londrina teve que fazer uma lei específica (11.919 de 14/10/2013) para regularizar o que jamais poderia ser regularizado, já que isso depende de lei federal? O autor mostra desconhecimento quando não observa que segundo a Lei 7.485/1998, o recuo é obrigatório em toda a cidade, com exceção do quadrilátero central. E o novo Plano Diretor que está para ser aprovado contempla novamente a Rua Benjamin Constant e outras ruas do centro sem a necessidade do recuo. É preciso que sejamos razoáveis em nossos argumentos para que os errados não pareçam corretos e os corretos não pareçam errados.
ANTONIO DAMAZIO (administrador de empresas) - Londrina
Correções
Ao contrário do informado na matéria "Doação de praças passa em 1º turno" (Política, 13/8), o projeto de lei do Executivo prevê a "permissão" de uso de praças para construção de escolas. Não se trata de "doação".
Diferentemente do informado na matéria "Ídolos do Tubarão conversam com alunos" (Cidades, 14/8), um dos entrevistados pelos estudantes é o ex-zagueiro Mário Caetano Filho, o Marinho
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