OPINIÃO DO LEITOR
Bosque: o descaso continua
Estive no Bosque Marechal Cândido Rondon e percebi que a situação é a mesma de anos atrás: parque infantil e quadra de esportes precários; buracos e mato crescendo; excrementos de pombos por todo o solo, inclusive onde foram instalados os holofotes para coibir a permanência deles, mas que todos sabem que nada resolve; falta de iluminação no entorno, transeuntes fazendo uso de drogas. Até a academia ao ar livre, único benefício à população como retorno dos impostos que pagamos, por não ter manutenção e nem fiscalização, mesmo com o posto da Guarda Municipal próximo, os vândalos conseguem depredar alguns aparelhos. Uma situação de abandonado, onde deveria ser de preservação, educação ambiental, destinado à pesquisa, lazer e um espaço agradável para se desfrutar da natureza. Tudo isso sem falar do saudoso canto dos garnisés que desapareceu. Infelizmente, tem sido um local desagradável, insustentável pela situação deplorável. Quais as medidas imediatas que o gestor municipal tem para revitalizar o Bosque? Tenho esperança de que essa situação seja revertida para o bem de todos.
NOZOR BELT SAZAR RODRIGUES (professor de Língua Portuguesa) - Londrina
Lago Igapó no escuro
A CMTU trocou as lâmpadas de boa qualidade com durabilidade de 15 mil horas do Lago Igapó por lâmpadas chinesas e coreanas. Estas últimas têm durabilidade de 2 mil horas e, com a alta queda de tensão que temos em nossas redes de distribuição, a vida útil cai para 50%. As lâmpadas coreanas e chinesas foram fabricadas para uma queda máxima de 2% , mas em Londrina chega a 16% nos horários de pico. As luminárias são equipadas com globos de polietileno reticulado com resistência a vandalismo, vedadas com juntas de neopreme e com orifícios de dissipacão de calor, mas as juntas nunca foram substituídas. Sem substituir as juntas, as luminárias continuam cheias de águas. É um descaso com o nosso cartão postal.
ANTONIO JOÃO DE FREITAS (diretor de negócios) - Londrina
Zona Azul
Sobre os comentários dos leitores Antônio G. da Silva (Opinião, 8/8) e Antônio F. Massaro (Opinião, 10/8) há equivoco na afirmação de "falta de troco na Zona Azul". O que está em questionamento é a devolução de crédito referente à utilização parcial do tempo contratado, que é diferente de troco. Por exemplo: o usuário adquire 45 minutos no parquímetro e utiliza apenas 43 minutos. A proposta em discussão é que esses 2 minutos não utilizados sejam devolvidos em centavos de reais. Se o usuário utilizar-se de um estacionamento particular por 35 minutos vai pagar por 45 minutos, ou até mais, dependendo do fracionamento que o estabelecimento utiliza para cobrar o excedente dos primeiros 30 minutos. E o projeto de lei na Câmara não inclui a obrigatoriedade dos estacionamentos privados devolverem os créditos. Por que esse tratamento diferenciado para serviço idêntico? Se a Epesmel visa lucro, como foi dito, os particulares muito mais ainda. É leviandade tratar isso como roubo; o termo "quem rouba um tostão rouba um milhão" é pesado demais e inadequado para qualificar essa dúbia interpretação da metodologia de cobrança. Na própria Câmara a discussão foi intensa e a votação muito equilibrada. Portanto, há controvérsias quanto à legitimidade do projeto de lei.
LUDINEI PICELLI (administrador de empresas) Londrina
Perdão aos culpados?
Não vejo nenhum jogador de futebol do Bom Senso FC afirmar que um dos motivos do endividamento dos clubes deve-se aos altíssimos salários que lhe são pagos, assim como aos técnicos e demais profissionais contratados por absurdas somas de valores. Agora, perdoar ou mesmo renegociar essas dívidas em 300 meses é o ápice da sacanagem. Esses clubes que tenham as rendas dos jogos, patrocínios e outras formas de rendimento confiscados e os bens penhorados.
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé
Correções
Ao contrário do informado na matéria "A urgência do brincar" (Folha2, 12/8), o crédito da fotografia de Lydia Hortélio é de Valéria Felix/Divulgação.
Diferentemente do informado hoje no Social (Folha2) o nome correto da gerente de Circulação da FOLHA é Luciana Fontes.
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