Caso Havan
Li o manifesto de algumas entidades de nossa cidade com o título "Construir, não demolir". Defendem o não cumprimento das leis alegando que elas são mal redigidas e confusas. Acham que grandes empreendimentos podem ser feitos ao arrepio da lei e que os fins justificam os meios. Nos países de primeiro mundo, qualquer construção irregular é imediatamente demolida. Se quisermos melhorar como cidade e como país, a prioridade é acabar com a impunidade. O Ministério Público está demorando para pedir a demolição do que foi feito errado. A permanência da edificação nas condições atuais vai incentivar novas construções irregulares. Houve corrupção? Só há corruptos se houver corruptores. O salmo 105 diz: "Bem-aventurados os que observam a lei".
THEOPHILO PARANAENSE COUTINHO GOMES (engenheiro civil) – Londrina

Manifesto em defesa de Londrina
Muito importante o manifesto em defesa de Londrina, publicado domingo nos jornais. Porém, acredito que devemos, sim, manifestar nossos desejos de termos leis mais eficazes para que não tenhamos interpretações equivocadas ou com diferentes entendimentos. O MP é uma das poucas vozes que temos para combater os que usam o poder político e financeiro para se sobrepor ao que os demais cidadãos não podem fazer. Quantas edificações são levantadas irregularmente para depois termos um jeitinho brasileiro, ajustando e justificando o "erro"? Devemos sim ter leis fortes e claras, legisladores com foco no que deveriam realmente ter e um MP da mesma maneira, atuando em prol dos cidadãos de bem e que respeitam as leis, zoneamento, prazos e demais regras comum a todos.
LEONARDO GARCIA (empresário) – Londrina

City Shopping
Gostaria de me solidarizar com a opinião emitida pelo advogado Almir Rodrigues Sudan no artigo "City Shopping: juízo de retratação" (Espaço Aberto, 26/7. Em que pese o respeito que tenho ao Ministério Público, no artigo se vê que houve algum erro de juízo e incoerência. Como também pedir que esse órgão, a exemplo do que foi feito pelos depoentes acusados, reveja a sua posição. Isso será um ato de humildade e a revisão uma justiça aos envolvidos que, no cumprimento da sua missão, só fazem o que lhes é de dever. Não precisamos mais disso. Seja esse um momento de nova reflexão, de uma mudança séria nos rumos do que Londrina precisa: progresso!
ANDRÉ SELL (arquiteto) – Londrina

‘Renovação’ no futebol brasileiro
Depois da catastrófica hecatombe que foi o desempenho da seleção brasileira na última Copa do Mundo, eis que, num piscar de olhos, surge a luz no fim do túnel, a grande esperança, a salvação: o retorno do grande "Mestre"... "Dunga"! Na entrevista, se apresentou aparentemente mais "Feliz" do que era antes com a imprensa. Prometeu não ser mais tão "Zangado" com os jornalistas, dizendo também que não vai tolerar jogador "Dengoso" ao estilo desses chorões do escrete recém-desfeito. A prosa está boa, mas... "Aaaatchim"!, acho que está me causando alergia. Quero que me desculpem, mas prefiro tirar uma "Soneca". Em tempo: acredito que com esse time (Dunga, Tafarel, Gilmar e Mauro Silva) vai ser difícil entrar gol na comissão técnica.
JOÃO NELSI LUKENCZUK (médico) – Londrina

Refinaria de Pasadena
A função de um presidente de conselho de administração é aprovar, deliberar, definir, adaptar, avaliar. Como uma ministra e presidente de conselho e mais um grupo de conselheiros com salário de mais de R$ 70 mil mensais não sabiam que a empresa belga Astra Oil meses antes havia comprado meses antes a refinaria de Pasadena por US$ 42,5 milhões? Em 2006, a Petrobras pagou US$ 360 milhões pela metade da refinaria, negócio que já abriu um "buraco" de US$ 1,18 bilhão no caixa da estatal brasileira. E a presidente Dilma diz: "Me pediram rubrica. Rubrica é rubrica e eu rubriquei". Isso foi na Petrobras, no BNDES, na Copa, no PAC, na Refinaria Abreu e Lima, fora a lava jato, muitos milhões de dólares.
OSMAR CARVALHO (contador) – Londrina

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