O Brasil é um ‘anão diplomático’
Com relação à matéria "Brasileiros em Israel organizam protestos contra posição do Itamaraty" (Geral, 25/7), isso só faz aumentar a desconfiança com que importantes setores econômicos e de diversos campos políticos e ideológicos enxergam a política externa brasileira. Afinal, um governo que presta homenagem a um dos maiores terroristas da humanidade, Yasser Arafat; que defende o governo de Ahmadinejad que diz que vai varrer Israel da face da terra; que admira os Castros, ditadores de Cuba; que defendeu um imbecil chamada Hugo Chávez e quer implantar uma ditadura bolivariana no Brasil, chamar o nosso país de "anão diplomático", como fez o porta-voz israelense Yigal Palmor, foi até gentil. O Itamaraty deu mais um tiro no pé. Por essas e outras é que o Brasil jamais terá uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU.

PAULO SÉRGIO NOGUEIRA (teólogo)- Londrina



As vaias e o voto
As vaias à presidente Dilma durante a Copa são hostilidades pouco dignas, porém que retratava um sentimento de revolta pelas decisões presidenciais. Algumas das principais bandeiras defendidas pela presidente: penalização dos aposentados, com a perda do poder aquisitivo; diminuição do salário do trabalhador, com a cobrança absurda do Imposto de Renda; incentivo à vagabundagem, através do Bolsa Família; acirramento do ódio entre as diferentes classes sociais; interferência do Executivo no Legislativo e no Judiciário; desrespeito à legislação trabalhista com a contratação de médicos cubanos comunistas; elaboração de leis em benefício próprio; favorecimento de pessoas pela cor da pele, com a legalização do "racismo branco"; emissão de medidas provisórias injustificáveis; conluio com partidos políticos para a permanência no poder; número extraordinário de ministérios para a acomodação dos companheiros; segredo absoluto sobre os empréstimos do BNDES; relacionamento enigmático com ditadores e países comunistas; prodigalidade na utilização do cartão corporativo; saúde, ensino, transporte e segurança pública com investimentos pífios. Temos agora, em outubro, uma oportunidade única de oferecermos a nossos filhos e netos um futuro promissor com trabalho, ordem e progresso. Com a força do voto e com inspiração divina na hora de digitar, vamos devolver o Brasil ao seu único e legítimo proprietário: "o povo brasileiro!".

ROBERTO DELALIBERA (bacharel em Direito) – Londrina



Pombas
Em Londrina, há muitos anos temos o problema com as pombas no centro. Gostaria de saber por que não podemos matar as pombas amargosinhas? Já tentaram diversos meios de espantá-las - repelentes sonoros, fogos de artifício - e agora estão cogitando iluminar as árvores do Bosque. Pode até dar resultado, mas simplesmente vai transferir o problema para outros locais. Se podemos exterminar ratos, por que não podemos exterminar as pombas que não trazem nenhum benefício para a cidade, mas dão prejuízos à lavoura e transmitem doenças? Pombas, de fato, não passam de ratos com asas.

TOCHITANE MITSI (gerente de restaurante) – Londrina



Expropriação de terras
Após muito tempo, e logo agora próximo das eleições, os deputados estaduais falam sobre as questões de invasões e demarcações de terras pela Funai. Para lembrar aos deputados (todos), essa situação de terrorismo vem ocorrendo há muito tempo no Paraná e no País todo. Tudo isso pela incompetência dos políticos em todas as instâncias, que devem executar a Constituição Federal. Os agricultores que possuem escrituras registradas há mais de 50 anos passam por humilhação e têm de contratar advogados para tentar se defender. Caso haja expropriações que vêm sendo pleiteadas pela Funai nas propriedades do Paraná, devemos todos (sociedade e empresários) entrar com pedido de expropriação dos políticos. Sugiro aos deputados que venham para o interior discutir com os produtores antes de falar em questões indígenas para conhecer a realidade.

EDMILSON J. ZABOTT (produtor rural) – Palotina




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