Sugestão ao prefeito
O de trânsito em Londrina está cada vez mais caótico, com possibilidade de rapidamente chegar à insolubilidade. Boa parte dos motoristas londrinenses não respeita os outros: para em fila dupla, estaciona em locais proibidos (carga e descarga, idosos, deficientes físicos), não usa setas, enfim, age como se fosse dono da cidade, livre de qualquer questionamento. No entanto, possuímos uma Guarda Municipal, hoje com mais de 300 policiais que foram contratados para tratar da proteção municipal preventiva. Sem entrar no mérito se a Guarda Municipal é ou não necessária à cidade (eis que a grande maioria da população não tem conhecimento dos resultados práticos obtidos com essa corporação), porque não se usar a metade dos guardas para fazer a fiscalização do trânsito? Tenho certeza que, com a presença atuante desses policiais nas ruas (multando implacavelmente os infratores), poderíamos tornar o trânsito infinitamente melhor.
MILTON DE CASTRO (corretor de seguros) – Londrina

Falta de acessibilidade
Como cidadão londrinense, venho pedir às autoridades que se atentem para um problema antigo no cruzamento das ruas Pará com Souza Naves, onde está instalado o prédio do SAS (antigo IPE). Os usuários do sistema de saúde do Estado não têm um acesso mínimo para o prédio. As calçadas estão em um estado lastimável. Existe no local somente duas vagas para ambulâncias que, por falta de fiscalização, estão sempre ocupadas por veículos não autorizados. A maioria dos cidadãos que busca atendimento tem dificuldades de locomoção (idosos, cadeirantes, entre outros). Seria pedir demais que os órgãos competentes adequassem as calçadas, fizessem um acesso mais próximo da porta de entrada e que os veículos pudessem trafegar para deixar seus enfermos na porta do prédio? Seria bom que providenciassem uma sinalização de trânsito decente em frente ao prédio e mantivessem fiscais de trânsito pelo menos no horário comercial para facilitar a vida de quem durante a sua vida inteira colaborou para o desenvolvimento desta cidade.
MARCELO TRAUTWEIN (servidor público) – Londrina

Veste a bandeira, Brasil!
As bandeiras já desnudaram as janelas. Estampavam desejos de sucesso de um time de bola. Já figuram em armários, povoam gavetas guardadas com o projeto maculado junto ao sonho desfeito, orgulho ferido. Esse povo, que sofre com a derrota na grama e quer ser campeão, tem trunfos à mão: o direito e o poder de mudar o placar no dever de votar. Veste a bandeira, Brasil, essa tirada da janela. Porta junto ao corpo, desfila com ela! Não pelos campos de gramíneas, mas por assistência em hospitais, obras, condutas, investimentos sem desvios, salários, escolas, sem bolsas de interesse e esmolas. A Copa é agora, e sempre aqui. Veste a bandeira, Brasil! Defende o time devido. Dribla a inércia. Dá seu passe atentamente também à eleição. Troca a ilusão por ato e urna: manifesta-ação inteligente. Emplaca um show de bola, faz gol de cidadania. Veste a bandeira na pele, põe seu lema à mente. Porta-os ao peito, consciente. Leva a taça para casa de cada um!
JEANINE BERBEL (médica) – Londrina

Lições da derrota
Ser derrotado em um esporte faz parte do espírito esportivo. No caso do Brasil, o brasileiro teve seu orgulho ferido, pois sua seleção o envergonhou perante o mundo. Nosso torcedor até aceita que sua seleção seja derrotada (7 a 1 e 3 a 0), mas com certeza, que lute pelo resultado. Quando nos deparamos com adversários europeus, com características competitivas que buscam resultado, tivemos uma aula de futebol. Temos de aceitar que não tivemos competência nem de ser terceiro e nos conformar com o quarto lugar. Análise do fiasco revela que houve falha de Felipão, dos jogadores que sequer se deslocavam para auxiliar seu companheiro, faltou criatividade de todos. Devemos reconhecer que o nosso modelo sucumbiu e mudar.
YOCHIHARU OUTUKI (engenheiro agrônomo) - Itambaracá

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