Parabéns Alemanha e Holanda
A Alemanha e a Holanda ganharam do Brasil com maestria e merecimento. O resultado representa a vitória de uma organização competente sobre o improviso, a malandragem. Que sirva de exemplo para as futuras gerações: para vencer na vida, tem que ralar, estudar e lutar. Devemos acabar com o famoso jeitinho para ganhar dinheiro sem suar, virar "autoridade" sem estudar. Que a partir de hoje, o país transforme e tenha uma população honesta, estudiosa e trabalhadora. Assim, podemos acabar com os "parasitas" que circulam pelo país, principalmente pelo Planalto Central. A pátria amada tem que ser amada todos os dias, no trabalho, no estudo e na nossa honestidade. A Alemanha com 102 ganhadores de Prêmio Nobel é um país a ser seguido e servir de exemplo, inclusive no futebol. Ah, os nossos hermanos, a Argentina é ganhadora de cinco Prêmios Nobel e o Brasil? Zero! Mas, temos estádios padrão Fifa.
VALDEMAR YAMASHIRO (engenheiro civil) – Londrina

Futebol nota zero
Alguns fatos que antecederam o início do Mundial, nos obrigaram a desconfiar que a participação brasileira na Copa do Mundo não seria vitoriosa. Gasto astronômico na construção das arenas, sem a mínima possibilidade de um retorno compatível. Na convocação dos 23 jogadores, uma única unanimidade, Neymar. Na comissão técnica, um Scolari surpreendentemente descompromissado. O auxiliar técnico Parreira excessivamente otimista, detentor do hexa mesmo antes da competição começar. A choradeira fora de qualquer normalidade, começou na Arena do Corinthians e só terminou com a derrota vergonhosa para a Alemanha. Em nenhuma partida o Brasil se credenciou para a conquista do título. A desclassificação foi uma catástrofe nacional, machucando profundamente o coração dos brasileirinhos. Muito melhor se tivéssemos perdido para o Chile nas oitavas de final. Além de uma reformulação total na seleção, certamente na Rússia em 2018, precisaremos contar com o surgimento de jogadores com raras e especiais condições técnicas. Só assim, o futebol brasileiro, mesmo que não consiga o hexa, terá uma participação honrosa.
ROBERTO DELALIBERA (bacharel em Direito) – Londrina

Herdeiros políticos
Com relação à matéria "No PR, eleição traz cerca de 30 ‘herdeiros políticos’" (Política, 14/7, não podemos votar nesses candidatos somente pelo sobrenome herdado ou pelo legado que seus pais, avós e tios deixaram na política. É preciso que esses candidatos tenham demonstrado algum trabalho anterior que beneficiou a sociedade em comum, refletir sobre suas propostas, analisar cada caso ou, do contrário, teremos políticos omissos aos problemas de nossa sociedade e defendendo interesses de poucos.
RAFAEL AUGUSTO LOPES ROSIN (administrador) – Londrina

IPTU
Algumas benfeitorias nos últimos 10 anos que poderiam valorizar nossa cidade e também os imóveis: reforma do Bosque, instalação do ILS no aeroporto, contorno sul, belas praças e jardins, se não fosse, a "desunião" dos nossos políticos e algumas péssimas administrações. Agora que o índice de inadimplência do IPTU baixou resolveram achar que o contribuinte tem dinheiro sobrando. O IPTU nos últimos 10 anos foi reajustado conforme a inflação. A "valorização" do imóvel não faz com que o contribuinte tenha este mesmo valor nas mãos (disponibilidade) para poder pagar os seus compromissos, ao menos que tenha que vendê-lo. Não conheço outro imposto que pagamos apenas pela "valorização". Será que os novos imóveis e aqueles que são vendidos e transferidos já não estão com sua base de cálculo atualizada? Se não atualizaram, não sou obrigado a pagar por isso. Muitos se lembram do último reajuste da planta de valores. Adiantou alguma coisa? Lembram-se também dos prefeitos que sucederam? E se o dinheiro da venda das ações da Sercomtel, desvio na saúde, na educação, etc., fosse aplicado em nossa cidade? Não acho justo mais aumento de qualquer imposto.
SADI CHAIBEN (economista) – Londrina

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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