OPINIAO DO LEITOR
Educação e meio ambiente
Entre uma praça onde ninguém frequenta, que a Prefeitura de Londrina tem dificuldades de manter limpa, e uma escola cheia de crianças crescendo, aprendendo, se reunindo e praticando esporte na quadra nela instalada, a segunda opção é muito melhor para a sociedade. A intervenção do Legislativo e do Ministério Público no Executivo deveria vir com verbas marcadas como ocorrem nas licitações públicas. Criar novas leis ou exigir serviços sem indicar de onde virão os recursos é muito fácil. A promotora Solange Vicentin, tempos atrás, em vez de cobrar policiamento sobre os excessos de um pequeno grupo que bebe em demasia e o fornecimento de bebidas a menores, queria acabar com as festas universitárias na cidade. Nesse novo episódio, ela qualifica a atitude acertada da administração pública como "desdém" pelas áreas verdes de Londrina. O novo Código Ambiental de Londrina criou um fundo de vale gigantesco que onera o valor dos terrenos e dificulta sua manutenção pelo município.
PAULO MAURICIO ACQUAROLE (aposentado) Londrina
Breu no Calçadão
O trecho entre as ruas Hugo Cabral e Pernambuco do Calçadão - que foi reformado durante a primeira fase da revitalização do local - está sem luz. Todos os postes da quadra, instalados durante a reforma, estavam apagados na noite de segunda-feira. Não havia nenhum sinal de vandalismo ou lâmpadas quebradas. As luzes apagadas acompanham a fonte dágua que, também, não funciona.
MARIANA PASCHOAL (estudante de Jornalismo)- Londrina
Meninos de Kichute
Assisti e gostei muito do filme "Meninos de Kichute". O enredo é interessante, mesmo porque vivi na Vila Nova nos anos 1970 e conheci todo o cenário na vida real. Apenas acho que poderia ter sido gravado num local que realmente retratasse a realidade, pois no filme havia montanhas e carros com placas da época, mas de São Paulo. Faltou também a linha de trem. Ainda bem que o Colégio Rui Barbosa foi mostrado, além da Rua Ivaí. Este filme poderia ser mostrado em todas as escolas municipais, num segundo momento, após saírem dos telões.
PAULO KIYOSHI NISHITANI (professor) Londrina
Orgulho de ser paranaense
Nasci na Santa Casa de Londrina em 1967 e este ano completo 47 anos de londrinense típica. E ao contrário do que afirma a matéria "Um símbolo na terra que rejeita o Paraná" (Reportagem, 6/7) também me orgulho do hino do Paraná e de ser paranaense. Eu amo o nosso Paraná, Curitiba e as araucárias, símbolo tão lindo deste maravilhoso Estado repleto de fauna e flora tão diversificada e de tantos povos e culturas diferentes.
LUCIMEIRE GASPARIN MARTINS (comerciante) Londrina
Copa: saldo positivo
A Fifa se dobra ao elogiar organização da Copa do Mundo no nosso país. Olha que eu nem sou chegado em futebol, mas de quatro e quatro anos, desde os meus 10 anos, acompanho as Copas e faço coro com a torcida brasileira. Por outro lado, vejo que foram injustas muitas críticas contra a Copa no Brasil, afinal a visibilidade internacional não tem precedentes.
JORGE CUSTODIO (advogado) Londrina
Auxílio moradia no TJ
Parece ironia dizer que é injusto criar auxílio moradia de quase cinco salários a profissionais que lidam com "justiça" e que já ganham (quase) os maiores salários públicos do país, no qual o salário mínimo é uma "merreca" e a maioria e milhões de aposentados vivem dele. Nesse mesmo país aumentam as inquietações sociais (manifestações, greves, etc.), não seria por isso que aumentam tanto os problemas e a insatisfação social, pois atitudes como essas (entre muitas outras iguais) fazem parte da chamada "injustiça social"?
SWAMI VERONESI (músico) - Santo Antônio da Platina
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