A força do talento
Segundo a Revista Forbes, Lula aparece como o mais novo bilionário do Brasil. Por onde se anda, ouvimos as mais diversas conclusões sobre esse esplendor financeiro do ex-presidente, prevalecendo tratar-se de roubalheira a principal delas. Não podemos nos esquecer que Lulinha também ficou milionário do dia para a noite e, quando indagado a respeito, Lula disse que o "menino" era dotado de grande talento. Vemos, assim, um caso de hereditariedade ao inverso e ainda não descoberto pela genética, ou seja, tal filho, tal pai.
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé

E depois da Copa?
Os gringos chegaram e o governo colocou milhares de soldados nas ruas, Exército, Aeronáutica e até mandou uma tropa de paraquedistas no submarino nuclear brasileiro movido a álcool para que não haja violência. Tudo promete ser perfeito, nem que seja na marra, mas uma pergunta simples se faz soar: e depois da Copa? Será que só os gringos merecem paz e segurança? Será que o tormento e a insegurança são exclusividade desses idiotas chamados brasileiros que só sabem pagar a fatura? Depois que tudo acabar também acaba a farsa e a máscara cai revelando que somos mesmo um país "Matrix", que vivemos em um mundo paralelo onde a segurança e a insegurança são possíveis desde que seja conveniente. Agora somos todos um só otário.
MANOEL JOSÉ RODRIGUES (assistente administrativo) - Alvorada do Sul

Cidadania!
Não consigo entender porque da exclusão de algumas matérias da grade curricular, dentre elas, religião, OSPB e moral e cívica. Essas matérias contribuíram para que os nossos jovens tivessem uma base melhor na sua formação, tendo como consequência, um preparo melhor para enfrentar as adversidades da vida, e também, os conhecimentos necessários para serem cidadãos éticos e morais. E porque, não incluir na grade curricular, a matéria cidadania (conjunto de direitos e deveres ao qual um indivíduo está sujeito em relação à sociedade em que vive)? Possivelmente as exclusões das matérias (religião, OSPB e moral e cívica), e não inclusão da matéria cidadania interessa diretamente aos nossos governantes, que preferem que seus eleitores tenham poucas informações, e se possível, que sejam analfabetos.
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) – Londrina

Voto dos aposentados
Quero discordar do leitor Osmar Carvalho (Opinião do Leitor/25-06-2014) que disse que os aposentados devem votar nulo. De forma alguma este é o melhor caminho. Nem para os aposentados nem para aqueles que ainda chegarão lá. Quando votamos nulo, ou em branco, estamos reforçando as chances de vitória daquele partido que contar com a maior quantidade de afiliados, militantes e simpatizantes e, no Brasil atual, sabemos bem que é o partido que se encontra no governo. Na eleição da atual presidente, ela teve trinta e poucos milhões de votos. A soma dos votos dos outros candidatos com os nulos e os em branco chegou perto dos 80 e poucos milhões de votos. Ela não está lá porque a maioria dos brasileiros quis. Ela está lá porque uma grande parte dos brasileiros votou nulo ou em branco. E é exatamente isso que eles querem que aconteça novamente, para que voltem a ganhar com os votos conseguidos com as bolsas várias que são distribuídas. Nas redes sociais há uma chamada da nossa Federação dos Aposentados do Paraná que diz que "aposentado que se respeita não vota no PT nem em seus aliados". Mas vota e influencia votos em família. Por isso, temos que analisar bem o que vem por aí, mas nunca anular o voto ou votar em branco.
NINA CARDOSO (vice-presidente da Asapel) - Londrina

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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