Plantas de valores
Temos que encarar a nova planta de valores do ITPU em Londrina como uma readequação e equalização de acordo com a valorização imobiliária ocorrida desde a última planta aprovada. Isto é justo, pois o mercado imobiliário não se valoriza linearmente através de índices inflacionários, mas sim depende de vários fatores. Hoje temos imóveis cujo valor venal está acima do valor de mercado e outros muito abaixo e, com essa, readequação se busca certamente um equilíbrio. Certamente, nós do mercado imobiliário apoiamos que se proceda uma nova avaliação, pois em nosso dia a dia nos deparamos com situações extremamente conflitantes de valores de IPTU.
ALFREDO CANEZIN (corretor de imóveis) – Londrina

Em causa própria
Não existe mais limite para os legisladores de Brasília. Em meio a inúmeros problemas de magnitude estratosférica para a população, eles conseguem focar em pontos sem nenhuma importância ou contrários à vontade da maioria. Enquanto se clama pela derrubada da maioridade penal, eles aprovam a Lei da Palmada. Também foi proibida pelo Senado a revista íntima dos visitantes nos presídios. Como não existem problemas maiores nem leis inadequadas que necessitem ser revistas para colocar nosso país nos trilhos, novamente esses assuntos foram priorizados. A prática nos presídios demonstra falta de recursos para manter adequadamente detidos nossos criminosos. São costumeiras as tentativas de ingressos de objetos ilícitos nessas instalações e os nobres senadores conseguem aprovar tal medida. De onde virão recursos para essa finalidade? Da saúde, da educação e da segurança que nós, pessoas de bem merecemos, e não estamos recebendo. Provavelmente, o mérito e a pressa desse projeto estejam ligados à nova realidade imposta pelo ministro Joaquim Barbosa quando nossos políticos passaram a ser presos, pois a revista é muito humilhante para os parentes deles.
PAULO MAURICIO ACQUAROLE (aposentado) – Londrina

Entre o abismo e o precipício
Pelo que estamos presenciando no cenário político, a cada dia que passa fica mais difícil escolher até os menos piores. Os melhores? Espécie extinta.
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé

Escola pública
Se você tem filho na escola pública preste atenção no que ele está aprendendo. Você vai ficar surpreso. Fica claro que o governo não tem nenhum interesse que seu filho seja preparado para contribuir com a humanidade. Dizem que ao governo interessa que quanto mais analfabetos melhor, quando menos questionarmos é melhor, assim ele continua fazendo barbaridades e corrupção. Estou acompanhando o que eles estão ensinando e estou perplexo. Estão ensinando quase nada. Fui perguntar e me disseram que tudo vem "de cima", lá de Brasília. Definitivamente, é "pra acabar"! Estão enfiando a ignorância nas nossas crianças goela abaixo. Vai lá, olha o caderno do teu filho e confira, você vai desanimar.
GILMAR RODRIGUES CORDEIRO (contador) – Londrina

Pichadores e pombos
Londrina vive uma situação diferente. Prefeito que não limpa as praças, os pombos defecam dia e noite no Bosque, a polícia que não é polícia e anda de carro de dia e à noite vai dormir. E os pichadores atacam à noite. Sugiro que a polícia durma de dia e trabalhe à noite, prenda os pichadores e dê como castigo a eles e aos familiares deles limpar, lavar as fezes dos pombos, cuidar das praças e repintar as paredes.
OSMAR CARVALHO (contador) – Londrina

Correções
■ Diferentemente do informado ontem na chamada de capa da FOLHA, a atualização da planta de valores vai impactar a receita de ITPU da Prefeitura de Londrina em mais R$ 80 milhões em "2015".
■ Em relação à matéria "Em abril, 26 ganharam mais que o prefeito" (Política, 9/6), cabe esclarecer que, embora o grupo de servidores mencionados no título tenha um salário superior ao do prefeito, eles não podem receber os valores integralmente, devido ao redutor constitucional. Na prática, eles acabam ganhando a mesma quantia do chefe do Executivo, R$ 13.865,28.

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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