Bola pra frente, Brasil!
As obras já foram feitas, o dinheiro já foi gasto, a corrupção se instalou como em qualquer evento que acontece neste País. Não será apenas o desvio absurdo em 2014, se preparem porque haverá um pouco mais em 2016 nas Olimpíadas. A seleção brasileira não tem culpa que mais da metade da população vote em políticos desonestos que acabam com a imagem do país que eu tanto amo. Dia desses uma amiga disse: "O PT conseguiu acabar com duas paixões nacionais, o futebol e a Petrobras". E ela tem razão, de uma forma ou de outra a imagem de ambos foi rasurada em rede mundial e em nossas crenças. No entanto, quero mais é que o Brasil vença e seja campeão, vou torcer como sempre fiz em todas as Copas, e espero imensamente que este seja um momento de grande alegria para a minha amada "Pátria mãe gentil". A Copa não é culpada pela corrupção, não é culpada pela greve, não é culpada pela pobreza e falta de educação, os culpados disso tudo são os nossos representantes que há mais de 500 anos ferram com este país e, de certa forma, involuntariamente temos sido coniventes. Enganam-se aqueles que pensam que o Brasil sendo campeão irá ajudar o PT a continuar no governo, afinal, não foram eles que "construíram" a seleção e não serão apenas eles que apertarão o "confirma" em outubro.
RAFAELA BONEZZI JUNQUEIRA SCICCHITANO (secretária executiva) – Londrina

Lugar do LEC é no Café
Muito louvável a recuperação do estádio VGD, porém a pretensão de liberar o local para jogos do Londrina beira ao irracional. O Londrina tem como praça o Estádio do Café e deve se concentrar em melhorá-lo para os jogos importantes que vêm por aí. Pensar grande inclui jogar em um estádio à altura. Já imaginaram um jogo no VGD com todos os fogos de artifício e gritos da torcida, ao lado de uma maternidade, aonde se supõe, o silêncio seja primordial para mães e recém-nascidos? Nesse caso, podemos afirmar que é muito prematuro criar novos torcedores já na maternidade.
ROBERTO Y. HIRAZAWA (engenheiro civil) – Londrina

Solução para os pombos
Pelo que leio nos jornais, terminarão exterminando os pombos. Até nas missas da Catedral o cheiro incomoda. E alguém sugere iluminar as árvores do Bosque para eles não pousarem ou eletrificar os galhos para afugentá-los. Duas experiências eu vi darem certo. Em Londrina, um comerciante quis estender o bar ao pátio embaixo das árvores. Por vários dias, quando os pombos se aproximavam soltava pequenos foguetes para espantá-los para outro lugar. Montou o bar e nenhum pombo sujava as mesas. De vez em quando soltava um foguetinho para manter o alerta. O segundo caso vem de Montevidéu: em todo o espaço público instalaram pequenos alto-falantes (potentes) com a gravação do grito de um pássaro (predador) e os pombos nem se aproximavam. Por que não buscar nas coisa simples as soluções?
HERMANN IARK OBERDIEK (professor) – Londrina

Pombos: saga crepúsculo ao amanhecer
Será que iluminar as copas das árvores, eletrificar os galhos seria a solução para espantar os pombos do Bosque Central? Temos é que eliminar o problema e não transferir para outro lugar. Matá-los seria crime ambiental, por que não impedir que se reproduzam? Será que com o avanço da ciência e da medicina não conseguiríamos um produto em forma de ração para alimentá-los e, ao mesmo tempo, deixá-los estéreis? Isso não seria crime, o homem faz vasectomia, a mulher faz ligamento de trompa e eles não são condenados. Não seria essa a solução?
JOCIMAR DO ESPÍRITO SANTO (comerciante)- Londrina

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