OPINIÃO DO LEITOR
Perderam a compostura
Depois de não ter como esconder e nem como arrumar mais desculpas pelas "cacas" que fizeram, Dilma e Lula começaram a cair no ridículo dando declarações que insultam a inteligência dos brasileiros. Recentemente, o ex-presidente declarou "que chegar de metrô na porta do estádio é babaquice" e "que o brasileiro está acostumado a ir de bicicleta, de jumento, até a pé e descalço para os estádios". Agora, a presidente solta a seguinte pérola: "Os turistas não vão levar na mala nem aeroportos e nem estádios, isso vai ficar como legado para os brasileiros". Definitivamente, perderam o rumo e a compostura. O mundo inteiro já está focado na Copa e no Brasil. Essas declarações infames e estapafúrdias repercutem depreciativamente para o nosso setor turístico, para a imagem do País e são justificativas medíocres para se eximirem das suas responsabilidades. Nossos aeroportos e a mobilidade urbana estão um caos. Os torcedores sofrerão muito. O fiasco é iminente e não haverá o legado aludido. Lula e Dilma precisam entender que, quando falam essas asneiras, estão se dirigindo a todos os brasileiros e não apenas aos seus eleitores que aceitam convenientemente essa desfaçatez.
LUDINEI PICELLI (administrador de empresas) Londrina
Decadência do ensino
Sobre a matéria "UEL reduz nota de corte no vestibular" (Geral, 6/6), a única explicação plausível para tal procedimento deve-se ao péssimo aprendizado, principalmente na rede pública de ensino. A criança entra para ser alfabetizada no 1º ano do ensino básico e termina o ensino médio na condição de semianalfabeta. Nessa situação e não naquela mentira sobre o pedágio, o senador Roberto Requião estaria coberto de razão se dissesse: "Ou abaixa ou acaba!".
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé
Pombos do Bosque
A Copel retira muito dinheiro de Londrina através de cobranças diversas, caso o prefeito Alexandre Kireeff queira e tenha interesse de fato em solucionar o problema dos pombos que infestam o Bosque Central, poderá contatar a diretoria da empresa ou o governador Beto Richa e solicitar a iluminação das copas das árvores ao entardecer. Observando a vida dos pombos, percebe-se que chegam ao entardecer, se acomodam, sujam tudo e ao amanhecer voam à procura de comida. Retiraremos deles o amanhecer e o anoitecer, simples assim, e aí terão que procurar outros locais para o pernoite. Caso não funcione, que se eletrifique os galhos mais altos das árvores, como se faz com os muros e cercas das residências, com fios de baixa voltagem, fazendo com que não se acomodem.
LUIZ VICTOR VAL MYSZKOWSKI (perito criminal aposentado) Londrina
Líderes e a vaidade
A coluna "A saudável solidão da gerência", do consultor Abrahan Shapiro (Empregos&Concursos, 2/6) vem enaltecer alguns pontos importantes. Acontece é que muitas pessoas que ocupam algum cargo de liderança ou está em um lugar de destaque é tomado por um sentimento que já derrubou até reis: a vaidade. Não é à toa que a vaidade é a mãe dos sete pecados capitais. Os líderes ansiosos de ser apreciados pela sua aparente competência e ser admirados pela vasta sabedoria que pensam que detêm não se contêm em permanecer como coadjuvante, querem se aparecer e mostrar algo que muitas vezes não têm. A vaidade dos líderes é mais expressiva em órgãos públicos, muitos cargos de "confiança" nomeados por prefeitos que assumem alguma secretaria ou diretoria acham que são os detentores do conhecimento e que os resultados simplesmente vão surgir como mágica e quem desobedecer a suas imponentes ordens está sujeito às mais terríveis consequências. Falta aos líderes a humildade de se inteirar dos assuntos pertinentes ao órgão que lhe foi confiado porque na verdade é o servidor que executa todos os dias sua tarefa que detém o conhecimento. Enfim, "o desejo do gerente ser apreciado" além comprometer sua liderança irá comprometer também sua credibilidade.
JEFERSON GARCIA GIMENEZ (economista) Cornélio Procópio
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