Fim de mistério
Acabou o mistério, já temos os 23 milionários que vão correr atrás da bola e, para muitos, tornarem-se heróis ao serem campeões, receberem um polpudo prêmio, dar uma volta no caminhão de bombeiros e na quase totalidade retornarem às mansões nos países em que residem. Nada contra o bem-estar de cada um. Afinal, são bem-sucedidos exercendo a profissão de maneira digna e honesta. Mas não vou comprar nem uma bandeirinha para sair pelas ruas gritando, se formos campeões, nem tampouco chorar se formos derrotados. Muito menos participar ou concordar com protestos de nenhuma espécie. Só gostaria que, como num toque de mágica surgissem (novamente) bilhões de reais para duplicar nossas estradas, construir creches suficientes para todas as crianças, aumentar o efetivo de professores com salários dignos, triplicar o número de policiais, garantindo mais segurança, construir hospitais com UTIs em todas as cidades, etc. Ou será que vamos depender dos recursos provenientes dos grandes clássicos com os supertimes de Cuiabá, Manaus, Brasília, Recife e outros? Com a palavra os Pelés, Ronaldos, Bebetos, etc.
JOSÉ LUIS TREVISAN (representante comercial) – Rolândia

Copa no Brasil: 1950-2014
O jornalista Fábio Galão foi feliz ao entrevistar duas figuraças de Londrina na matéria "De Copa em Copa - Do rádio à imagem em HD, uma viagem de 64 anos" (Reportagem, 18/5). Antenor Genor Capello, foi mecânico da GMC por longo tempo, ali onde funciona o Bradesco na Rua Pernambuco, e um dos melhores em motores a Diesel. Sabe tudo desses motores. Quanto a Glogliardo Maragno, sempre esteve ligado às atividades esportivas e a quem a cidade deve muito.
PAULO CARLOS SILVA (advogado) - Curitiba

Trânsito londrinense
Nosso transito é ruim, e no centro é caótico. Gostaria de entender o que ocorre em frente ao Colégio Mãe de Deus. A três quadras dali, uma escola deu um jeito de melhorar o trânsito fazendo um pequeno recuo na calçada. Agora, no Mãe de Deus ou se proíbe o estacionamento em frente ao colégio ou se cria alternativas. Há motoristas que ligam o pisca alerta e ficam em fila dupla como se fossem donos da Rua Pará. Para "ajudar", ainda há um ponto de ônibus do outro lado da rua. Na última segunda-feira, o trânsito estava crítico no horário do almoço. Com certeza, utilizando a engenharia de tráfego daria para amenizar a circulação de veículos nesse local.
JOSÉ BORGES DE SOUZA (securitário) – Londrina

Barbárie e vingança
Sobre o artigo "Barbárie e vingança: causas e soluções", do advogado Euro Bento Maciel Filho (Espaço Aberto, 18/5), os atos relatados pelo advogado são apenas aqueles que chegam ao conhecimento dos cidadãos. Vários outros crimes estão sendo cometidos à sombra da lei, sem que haja a devida divulgação. Quando um desvio de verbas é realizado, diversas crianças deixam de receber merenda escolar ou mesmo nem vão às creches por falta de vagas. O maior de todos os crimes está sendo cometido pelos detentores do poder! O respeito das autoridades públicas para com o cidadão simplesmente não existe. Direitos fundamentais das pessoas em geral são desrespeitados diariamente. A impunidade gera desconfiança, que gera descrédito e fazem o chamado instinto humano aflorar e leva o cidadão a cometer "crimes menores". Aprendi que aquele que rouba R$ 1 comete o mesmo crime que aquele que rouba R$ 1 mil e assim merece ser punido. Parafraseando Salvador Allende:"Não basta que todos sejam iguais perante a lei, é preciso que a lei seja igual perante todos".
ADOLPHO ANDRADE BOBROFF FILHO (administrador de empresas) – Londrina

Brincando de governar
Enquanto nossos ilustres vereadores se preocupam em outorgar títulos de cidadão honorário para figurões, nossa cidade está sendo engolida por buracos e encoberta por lixo e mato. Eu não sei a opinião da maioria dos eleitores com relação à reeleição dos vereadores nas próximas eleições, mas o meu voto não terão.
RUBENS BARBOSA (comerciante) – Londrina

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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