Linchamentos públicos
Fazer justiça com as próprias mãos não é exclusividade do Brasil. A Argentina vive uma onda de linchamentos públicos que resultou num pronunciamento do papa Francisco sobre o linchamento do jovem David Moreira, 18 anos, morto na cidade de Rosário. Percebe-se que, em sua maioria, os linchados são indivíduos pobres e marginalizados, gente sem recursos, sem oportunidades, advindos de famílias desestruturadas e das camadas menos privilegiadas da população, tanto no Brasil como na Argentina. Nesse sentido, a guerra contra o crime deveria se transformar numa guerra contra a pobreza. É preciso evitar que a prisão seja transformada cada vez mais numa "lata de lixo do Judiciário". Temos um sistema penal ineficiente, precário e seletivo (teoria do etiquetamento) que contribui mais como um eficiente instrumento de controle social, exercido pelo poder do Estado e pelos meios de comunicação, para empilhar, punir e encarcerar os pobres e os marginalizados (gente desinteressante ao sistema de consumo econômico) e, de quebra, atender aos anseios de uma sociedade que possui um espírito, infelizmente, cruel e vingativo, do que efetivamente para promover a justiça e a recuperação/ressocialização dos infratores.
ANTONIO SÉRGIO NEVES DE AZEVEDO (estudante) – Curitiba

Sangue nas veias
O cidadão brasileiro que realmente tem sangue nas veias não pode e não deve permitir que esses "pseudo" representantes do povo, para não dizer assaltantes dos cofres públicos, continuem a rir de nossas caras e da Justiça. E o Tribunal de Contas do Estado é comandado pelos "nomeados" que cuidam somente de seus interesses, e nada mais. Mesmo sendo fruto de um hibridismo de raças, formamos um "povo" e, consequentemente, temos o dever de reagir contra esses mafiosos que tomaram conta do nosso País. Não podemos, simplesmente, ver a banda (bando) passar e não tomarmos nenhuma atitude. Acorda, Brasil!
WILSON OLIVEIRA TRINDADE (bacharel em Direito) – Londrina

Slogan para o TSE
Já que nada se salva na política, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deveria adotar o seguinte slogan nas campanhas publicitárias: "Dê pérolas aos porcos. Vote!".
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé

Leis
Na Europa, fim dos anos 30, começo dos ano 40, leis feitas por homens levaram ao sofrimento, à miséria e à morte de milhões de pessoas. Leis são importantes, mas têm que ser constantemente revistas. Em Rolândia, parece que a lei irá permitir em zona rural a instalação de indústria de chumbo. A população é contra. Os representantes do povo na Câmara dos Vereadores também são contra. O Executivo, porém, atrás de uma barreira jurídica, é a favor. A prova é a licença do IAP para a indústria de chumbo. Pela lei o município de Rolândia será condenado?
RUTH BÁRBARA STEIDLE (aposentada) - Rolândia

Ditadura
Quase todo brasileiro sempre criticou a ditadura militar que assolou o País após a revolução de 1964. Os militares tomaram o poder, não tínhamos eleições diretas, a imprensa era censurada e muita gente morreu defendendo os ideais deste Brasil gigante. Os mais jovens deveriam ler os livros de História. Mas uma verdade tem que ser dita: os presidentes da República no período militar não deixavam que o Brasil fosse roubado por outros países, como agora a presidente Dilma deu de graça uma fortuna para Cuba construir um porto naquele país comunista. Nenhum presidente que exerceu mandato na ditadura ficou rico como agora nossos políticos enriquecem com o dinheiro público. Não existia naquela época um cartão corporativo como tem à disposição agora políticos do PT e da base aliada. Hoje a polícia também mata muitos inocentes. A TV a todo momento mostra policiais despreparados que, ao em vez de proteger a sociedade civil, matam indivíduos supostamente confundidos com criminosos.
PAULO CESAR FELIPE (advogado) - Paranavaí

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