Visão distorcida
O nobre vereador Mario Takahashi talvez não tenha se apercebido da grandiosidade da obra desenvolvida pela Epesmel, pois se procurasse inteirar-se do que faz esta escola profissionalizante não iria contrariar a "lei" de Robin Hood, ou seja tirar dos ricos para dar aos pobres, conforme a matéria "Sem troco, vereador propõe mais tolerância na Zona Azul" (Política, 7/5). Para o motorista esses 20 minutos não representariam muita coisa, pois ele já goza de um benefício de 15 minutos e os estacionamentos centrais cobram, no mínimo, R$ 5 por hora. Londrina tem assuntos de maior relevância para serem tratados e quando assim o fizer nós todos o aplaudiremos com toda a certeza.
EDSON MEDARDO SCARCHETTI (bacharel em Teologia) – Londrina

Autoridades insensíveis
Enquanto o governo gasta bilhões com a Copa, mulheres pobres dão à luz em frente a hospitais públicos neste país de autoridades insensíveis ao povo. Fica a sugestão para que os estádios nababescos sejam usados como maternidade após a Copa ou talvez como presídios para os políticos que desviam o dinheiro público de muitas formas. Se for usado como presídio para corruptos, talvez sejam necessários algumas ampliações com superfaturamento, certamente.
MANOEL JOSÉ RODRIGUES (assistente administrativo) - Alvorada do Sul

Opinião x fatos
Opinião é igual a nariz, cada tem o seu. O que me causa mal-estar em algumas opiniões é o jogo de classes que a atual política patrocina. Afinal, esse mesmo pessoal que execra os governos militares é o mesmo que até pouco tempo adulava Hugo Chávez, um militar golpista e compactua até com outras ditaduras odiosas ao redor do mundo. Quanto à opinião de que os pequenos agricultores não tinham crédito nos governos militares, tenho certeza que não corresponde à verdade, pois a diferença entre o credito normal e o Pronaf é que o atual governo federal repassa recursos dele ao agricultor tirando o risco de inadimplência dos "pobrezinhos" bancos brasileiros. Agora, se o leitor Paulo R. Sanitá (Opinião,3/5) culpasse a inflação galopante que houve no passado e a "correção monetária", aliás algo que só existe no Brasil, pelos dissabores que o pequeno agricultor passou nesses 20 anos de inflação eu não taxaria de hipócrita sua opinião. E quanto à educação do passado ser pior que à de hoje, bastar comparar com o conteúdo das cartilhas petistas que beiram o absurdo.
SAULO OLIVEIRA (agricultor) - Londrina

Saúde mental infantil
Parabéns à FOLHA pela matéria "Saúde mental infantil vive quadro de abandono" (Reportagem, 4/5). Que pais, professores, secretarias de Educação leiam e tomem posse desta reportagem, pois é uma realidade nos dias atuais. As escolas recebem alunos com esses tipos de transtornos psíquicos que, muitas vezes, não são percebidos pela família e professores. Isso leva a criança ou o adolescente a sofrerem preconceito e discriminação de colegas ou até mesmo de professores. É uma pena que somente cidades grandes, como Londrina, tenham o CAPs infantil. Seria bom que mais municípios tivessem esse tipo de atendimento, pois com certeza melhoraria também a qualidade de ensino.
MARIA PASCOALINA CORREA DE SOUZA (professora aposentada) - Jacarezinho

Políticos paranaenses x pedágio
Treze atos secretos modificaram os contratos de concessão das rodovias pedagiadas do Paraná. Atos esses que deixaram de ser publicados no Diário Oficial do Estado. Verdadeira fraude, com intuito de lesar os milhares de usuários das rodovias. Políticos da base aliada do governo e até a pré-candidata ao governo do Estado, Gleisi Hoffmann (PT), tiveram ajuda financeira oriunda do pedágio. Por essas e por outras, é que a CPI do Pedágio não prospera. O assalto do pedágio, provavelmente, irá continuar enquanto esses figurões continuarem mandando do nosso querido e sofrido Estado. A quem recorrer?
WILSON OLIVEIRA TRINDADE (bacharel em Direito) – Londrina

Correção
■ Ao contrário do informado na matéria "Turnê de famosos chega a Curitiba" (Folha2,9/5), o show Maria Gadú canta Cazuza acontece hoje, às 21 horas, no Teatro Guaíra como atração do projeto Banco do Brasil Covers.

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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