‘Eu não sou trouxa’
Discordo do leitor Afonso R. Welter (Opinião, 1/5), eu lembro muito em quem votei nas últimas eleições. Portanto, não faço parte daqueles que votam errado e depois vão para as praças protestar por melhorias e aparecer na mídia (os 15 segundos de fama!). Se a concessionária fez ou deixou de fazer passarela (diga-se de passagem muito bonita), de qualquer forma nós já pagamos por isso. Com ou sem passarela o reajuste virá no final do ano, pode ter certeza. CPI no Brasil é somente para tirar o foco de outras roubalheiras dos políticos. Sabemos que tudo acaba em pizza. Faça uma viagem Londrina-São Paulo e observe quantas praças de pedágio têm na Rodovia Castelo Branco (extensão de 316 KM). A rodovia é considerada a melhor do Brasil, mas precisa de tantas praças de pedágio? Não sou contra o pedágio, sou contra a quantidade de praças e o valor cobrado em cada uma. O pedágio existe porque o governo não tem competência para administrar nossas rodovias, mesmo com tantos impostos pagos pela população. "Eu não sou trouxa", estou fazendo a minha parte. Este ano temos eleições, vamos usar do direito e dever de eliminar os corruptos da administração pública. Vamos eleger pessoas do bem.
FERNANDES JOAQUIM DE MELO (microempresário) - Londrina

CEI dos Alvarás
A Câmara de Londrina analisa os fatos que dizem respeito à emissão de alvarás e Habite-se. A disposição dos vereadores acerca do assunto é louvável na medida em que tal tema remete à visão dos avanços e progressos que, em tese, o capitalismo provoca nas sociedades. Há certa complexidade nas investigações que hão de ser realizadas e nas soluções que serão apresentadas. Talvez, um projeto de lei que anistiaria os imóveis comerciais até 2013 fosse o ideal, ao contrário dos que pregam a demolição, porque senão teremos que aplicar a lei que trata da preservação do patrimônio cultural de Londrina e cobrar a reconstrução do Hotel Carioca, a poucos metros da Havan. Outra questão que virou tabu em Londrina é a da duplicidade de conselhos da cidade. Quando empresários vêm a Londrina e percebem que esta questão não está definida, ficam sem saber quais são as políticas de crescimento da cidade, desestimulando cada vez mais investirem aqui.
LIDMAR JOSÉ ARAUJO (professor) – Londrina

Deus e o trabalho
Durante a missa do Dia do Trabalho na Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora, o padre Romão falou sobre como Deus trabalhou para fazer um mundo tão maravilhoso para nós e como destruímos tudo jogando lixo no chão e poluindo os rios. O padre disse que caminha ao redor do Lago Igapó e ficou entristecido com uma garça dentro do lago rodeada de lixo por todos os lados. Caminho todos os dias no Jardim Coliseu e as ruas estão sempre com garrafas, papéis e latinhas jogadas no meio-fio. Uma ideia seria que caminhássemos com uma sacola recolhendo reciclados e colocando-os nos locais certos. A cidade iria ficar limpa e a natureza agradeceria o esforço de cada um.
LUCIMEIRE GASPARIN MARTINS (comerciante) – Londrina

Partido dos aposentados
Esclarecendo o sr. Osmar Carvalho (Opinião, 4/5): o partido dos aposentados já é uma realidade em andamento. Chama-se Partido dos Aposentados e Idosos do Brasil (PAI do Brasil). Seu estatuto e ata de fundação já foram registrados e estamos na fase de coleta de assinaturas, em todo o Brasil, para sua legitimização e pleno funcionamento. Quem está coordenando a criação do partido é a Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas, sediada em Brasília, por meio das federações de aposentados e pensionistas de todos os Estados e das associações de aposentados, pensionistas e idosos de cada Cidade.
NINA CARDOSO (vice-presidente da Associação dos Aposentados, Pensionistas
e Idosos de Londrina e Norte do Paraná) – Londrina

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jornal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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