Transtornos aos usuários de ônibus
O novo Terminal Oeste trouxe muitos transtornos à população que necessita do transporte coletivo. Linhas como 312, 313, 303 e 309 deixaram de ir até o Terminal Central. Para quem precisa ir até o Terminal Central foi criada uma linha expressa, a 350, que não funciona à noite. Estudantes e trabalhadores que retornam para casa só têm a linha 311 para ir do Terminal Central ao Terminal Oeste. A superlotação foi constatada já na primeira noite, com ônibus saindo do centro superlotados às 22h30. Muitos ficaram para trás aguardando o próximo ônibus. A nova linha 350 (Expresso) deveria funcionar pelo menos até as 23 horas, mesmo que fosse com um número reduzido de ônibus. O que era para facilitar a vida do usuário e diminuir o tempo no transporte coletivo, só gerou desconforto e aumento de tempo no referido transporte.
LUCIANA M. K. DA SILVA (vendedora) – Londrina

Terminal Oeste: atraso
Moro no Jardim Leonor e o Terminal Oeste tem melhorado as conexões com bairros e outros lugares da cidade. Mas a conexão do bairro com o Terminal Oeste, e do mesmo para o centro, está sofrível. Ao invés de agilidade, vemos atraso. A linha 316 tem picos de 5 minutos somente em alguns momentos, na hora que chego ao Terminal às 19 horas, ela tem frequência de 15 a 20 minutos, deixando meu trajeto de volta para casa com quase uma hora! Precisamos de mais frequência na linha Leonor, e mais carros para fazer a conexão com o Terminal Central, já que o 350 está indo ao centro lotado. Desde a inauguração do Terminal Oeste muitos vizinhos estão optando descer a pé para o Leonor, em função da demora dessa linha num horário tão requisitado que é das 19 às 20 horas. Uma solução poderia ser o 311 voltar a passar na Rua Castanheiras, assim não precisaríamos trocar de carro para ir ao centro. Quanto ao 350, precisamos de mais carros a linha está lotada.
GUSTAVO ANTONIO MARTINS (servidor municipal) - Londrina

Verbas para obras sociais
A respeito da "polêmica" criada pelo leitor Antonio F. Massaro (22/4) e de todas as respostas em defesa da Igreja Católica quanto à destinação de dízimos, ofertas, Óbulo de São Pedro, entre outros, paremos para refletir. Se uma simples "opinião infundada" (como foram classificadas as palavras do sr. Massaro) causou tanto estardalhaço, será ela tão leviana assim? Convenhamos que, quando o "justo" precisa de tantas justificativas, é natural que brote daí uma certa desconfiança. No mais, a destinação das verbas da Igreja para obras sociais, antes de mais nada, é uma obrigação, haja vista a isenção de impostos que beneficia instituições religiosas, mercadoras da fé ou não, bem como uma forma de tais instituições prosseguirem coesas em seu discurso.
MATEUS PATROCÍNIO DE OLIVEIRA (músico) – Londrina

‘Trevo do tombo’
Esse trevo de Bandeirantes é uma aberração da engenharia. Após dois sentidos em declive, surge uma curva muitíssimo fechada. É um desafio ao motorista que não conhece o trecho. Escape com vida se puder! Considerando que trata-se de trecho com o pedágio mais caro do País merecia coisa muito melhor. Lamento as oito vidas que se perderam no trágico acidente envolvendo um ônibus do último dia 21.
WALDINEI ALVES (microempresário) - Bandeirantes

Roçagem
Gostaria de elogiar a iniciativa do prefeito Alexandre Kireeff em dividir a roçagem da cidade. Sempre que saio para trabalhar, vejo vários funcionários fazendo esse serviço nas ruas. Estão de parabéns, pois desta vez são inúmeros os trabalhadores que estão fazendo a roçagem em canteiros de ruas, praças e terrenos públicos. Além de ser mais rápido, o serviço é bem feito. Espero que continuem com essa forma de serviço.
AMORITA CORRÊA RAPHAEL (coordenadora de eventos) – Londrina

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me comple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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