OPINIAO DO LEITOR
Mais uma da CMTU!
Sou usuária da linha 304 (UEL-Terminal Central) que sai da universidade e passa(va) pelas avenidas Tiradentes e JK. A linha foi suprimida devido à inauguração do Terminal da Zona Oeste. A linha 304 foi substituída pela 933, que sai da UEL, passa pela Avenida Arthur Thomas e vai direto à zona norte, ou seja, não faz mais o caminho Tiradentes/JK, certamente prejudicando outros estudantes. Como uma colega de trabalho mencionou: "Eles dão com uma mão e tiram com a outra!".
MARIANA PASCHOAL (estudante de Jornalismo) Londrina
Apagar a história?
A proposta do deputado Professor Lemos (PT) de retirar o nome de governantes militares de instituições públicas do Paraná (Política, 22/4) não está levando em conta os benefícios que os governos militares produziram para o país e que não foram poucos. Se houve exagero naquele período, com torturas e mortes, houve também muito desenvolvimento e patriotismo. A história não pode ser apagada; os erros sim não podem ser repetidos. Agora o governo petista está escrevendo a sua história. Deixa como marca registrada ser o governo mais corrupto que o Brasil já teve. Assaltam as finanças do país, destruindo instituições nacionais que, ironicamente, foram fortalecidas em ditaduras passadas. Getúlio Vargas escreveu a sua história: foi ditador e estadista em épocas diferentes. Perguntem aos getulistas o que eles acham desse vergonhoso desfalque que os petistas e aliados estão fazendo na Petrobras, o orgulho nacional criado naquele governo. E no futuro, quando forem batizar próprios com o nome de governantes petistas, vão lembrar só das benfeitorias e esquecerem da alta corrupção? Uma proposta dessas tem que ser debatida em nível nacional. Existem casos semelhantes com os nomes Sarney no Maranhão, Collor em Alagoas, Jader Barbalho no Pará, Leonel Brizola no Rio, etc. Governos corruptos, que desviam dinheiro da saúde, segurança e educação, indiretamente também torturam, matam e amordaçam pela imposição da ignorância. Existem problemas muito mais graves e assuntos mais importantes para um bom deputado se ocupar. A população precisa de melhor representatividade nos parlamentos.
LUDINEI PICELLI (administrador de empresas) Londrina
Mercadores da fé
As afirmações do leitor Antônio F. Massaro (Opinião, 22/4) por si só tornam-se inverossímeis. Não ter religião, mas acreditar em Deus é o mesmo que crer na cultura sem frequentar escola. Faço parte da "Igreja oficial do Brasil" e posso afirmar, com plena convicção, que as informações do leitor a respeito do destino do dinheiro são totalmente eivadas de erro. No início do mês, no final da missa, a secretaria paroquial faz um demonstrativo a todos os fiéis (balancete) de toda a movimentação financeira e inclusive disponibiliza para verificação onde está o dinheiro arrecadado. O produto da arrecadação, tirando-se as despesas necessárias, é todo encaminhado às obras assistenciais. Na "Igreja oficial" é assim que procedemos; nas outras eu não sei.
EDSON MEDARDO SCARCHETTI (bacharel em Teologia) Londrina
Laços com Youssef
Com referência à matéria "Youssef tem relação de longa data com políticos do Paraná" (Reportagem, 20/4), fico impressionado saber que há tanto tempo o sr. Alberto Youssef vem agindo na surdina e nós, simples eleitores, só fomos informados agora com esse enfoque referente ao Paraná, principalmente Londrina e Maringá. Quantos mais estarão envolvidos nessa maracutaia? A cada dia só aumentam os aliados nessa tal "Lava jato", que até se parece com o bagaço da cana: torce que sai mais. Ficaremos aguardando o que mais virá por aí.
ALGIMIRO SANTANA (gestor público) - Londrina
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