Eu acredito nele!
Quando o deputado André Vargas (PT-PR) declarou que não sabia das maracutaias do doleiro Alberto Youssef, num primeiro momento, achei que estava mentindo, mas depois refleti melhor e hoje acredito nele. O distinto deputado veio da cidade de Assaí, colonizada por japoneses, povo que tem a verdade e a honestidade como filosofia de vida, mais que isso, como uma religião. Certamente, o nobre deputado trouxe em sua bagagem essas qualidades. E, quando a pessoa é muito honesta, não tem o hábito de desconfiar dos amigos. Como ele poderia saber que seu amigo doleiro já tinha participado dos trambiques da Prefeitura de Maringá, do caso AMA/Comurb, do escândalo da Copel, da falência do Banestado, do rombo da Petrobras e outras falcatruas que a gente ainda não sabe? Pena que uma pessoa assim tão inocente não serve para fiscalizar a Casa dos deputados, um ninho de cobras onde a corrupção corre solta. Por isso, vamos livrá-lo desse pesado fardo nunca mais votando nele.
ALICIO MASSAN (engenheiro agrônomo) - Santa Mariana

Falcatruas do governo
Se o deputado André Vargas (PT–PR) conhece "podres" do ministro da Comunicação, Paulo Bernardo, e de sua mulher, a senadora Gleisi Hoffmann, a respeito de um contrato com a "Heads", ameaça divulgá-los e nada acontece, por que a polícia não o prende para fazê-lo falar o que sabe? Sugiro mostrar a ele a conta de água ou a de luz. Garanto que ele conta até o que não sabe. Conhecer falcatruas de funcionários públicos e não revelar à polícia é crime e, como tal, deve ser exemplarmente punido.
ROBERTO ANTONIO DE CARVALHO (aposentado) – Londrina

Bilionários mercadores da fé
Não sou adepto de nenhuma religião, mas acredito em Deus. Por isso, concordo com o missivista Ludinei Picelli (Opinião, 20/4) quanto aos mercadores da fé. Porém, há de se incluir a Igreja oficial do Brasil, que hoje é de 68,43% da população e, portanto, arrecada mais do que todas as demais religiões juntas. Essa arrecadação vai para o Vaticano e, até prova em contrário, jamais volta para o Brasil. Exemplo disso é que houve necessidade da troca do telhado do templo principal de Londrina e a obra só pôde ser realizada com a contribuição da população. Mensalmente, os dízimos e ofertas arrecadados são enviados ao Vaticano. Alguém já pensou quanto custa ao País a saída dessa dinheirama?
ANTONIO F. MASSARO (contabilista) – Londrina

PMDB x PT
O PT paga muito caro pelo apoio do PMDB ao governo federal. Como o PMDB gosta de cargos, vive brigando todo instante por ministérios. Acompanhando os noticiários, vê-se que o PMDB exige e quer cargos e mais cargos aos seus afiliados. E como fica o nosso povo? Dá a nítida impressão que o PMDB está no governo para usufruir das "benesses". Vamos trabalhar minha gente, o Brasil precisa melhorar e progredir em todos os setores, precisa se destacar no cenário internacional cada vez mais. Então, senhores do PMDB, arregaçam suas mangas e vamos trabalhar e desenvolver projetos que venham beneficiar o povo. Essa é a fórmula para o crescimento tão desejado por todos. Deixem de brigas! É preciso brigar pelo povo. Essa é a razão e a finalidade dos políticos.
EDUARDO ZANIN (professor)- Arapongas

Efeito da Copa das Copas
Acompanhando o desenrolar e as construções dos estádios em 12 sedes para o Mundial de 2014, as pessoas fizeram passeatas cobrando do governo para que as mazelas de governantes passados tenham padrão Fifa. Muita roubalheira, obras superfaturadas, etc. Só que o povo deveria dar exemplo nos preços dos serviços ao acolhimento dos turistas que virão por aí. É inadmissível quadruplicar os preços de hospedagens; sendo que os hotéis e hospedarias estão lotados desde dezembro passado. Há mais de seis meses que os comerciantes dessas cidades sedes vêm explorando os turistas e depois dizem que a Copa não deveria acontecer no Brasil. É muita hipocrisia somente criticar as obras nessas cidades, pois a falta de comprometimento maior é dos nossos "gananciosos" maus brasileiros que vêm criticando desde a escolha do Brasil para sediar esse megaevento.
ANCILON DE SÁ NETO (empresário) - Campo Mourão

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