OPINIÃO DO LEITOR
Tristes estão os eleitores
O deputado André Vargas (PT-PR) disse à imprensa: "Eu me sinto triste". Deputado, tristeza sentimos nós. Tristes estão as pessoas que confiaram e votaram no senhor. Tristes estão as pessoas de Assaí, cidade onde o senhor nasceu. Aliás, Assaí é um termo japonês que significa "sol nascente, sol da manhã". Vemos que o senhor acabou de esconder esse sol atrás de uma nuvem obscura. Agora, renunciar para preservar a família, no mínimo é um ato de um homem que foge e esconde a verdade. Para preservar a honra, o homem deve encarar e dizer a verdade. Paraná é terra de agricultores e sabemos que quem planta soja não colhe milho. Se o senhor semeou vento, hoje colhe tempestade. Ainda é tempo de colher algo melhor, para nós e para os filhos. Plante uma semente chamada verdade, pois amanhã o sol renascerá e a semente germinará. Cuidaremos para que cresça e vamos juntos colher o seu fruto. Plante algo que dê orgulho, algo que honre o Senhor desconhecido. Antes que seja tarde. Sabemos que Ele não fala para nós, mas conhece todos os nossos atos. Que Ele dê força para encarar a verdade.
VALDEMAR YAMASHIRO (engenheiro civil) Londrina
Expô: lixo zero
No último sábado levei meus netos na ExpoLondrina. O que mais me chamou a atenção foi a limpeza. Deixamos o Parque Ney Braga após as 15 horas e não se vi uma folha de papel no chão. A cada 20 metros tinham dois pares de lixeiras. Se esse público é o mesmo que deixa lixo no Lago Igapó, no Zerão, nas ruas, etc., que lição tiramos disso? Parabéns aos organizadores da Expô 2014.
ORLANDO DORIGO ANDREO (aposentado) Londrina
Tubarão campeão: resgate da tradição
O jogador Cristiano, do Maringá, teve o castigo merecido na final do Campeonato Paranaense. Ele desrespeitou a instituição Londrina com aquela comemoração de seu gol. Espero que sirva de lição para um jogador que está começando a carreira, pois amanhã ele poderá jogar no LEC e como vai encarar a torcida? Parabéns ao Tubarão pelo título.
EDIVALDO APARECIDO NONES (administrador de empresas) Londrina
Golpe de 64
Pertinente o artigo "A mídia e o golpe de 64", do médico Paulo André Chenso (Espaço Aberto, 14/4). Muito se fala na mídia dos excessos cometidos por setores dos governos militares e nada se fala dos excessos cometidos por setores da esquerda radical brasileira. Nos governos socialistas/comunistas de Stalin, Mao, etc., a forma de obter a adesão era a truculência sem limites. Nas ditaduras mais modernas como Castro, Chavez/Maduro,etc., a linha de conduta é a patrulha extremista que acompanha todos os setores da economia, e quem não falar bem do governo poderá ser penalizado. No Brasil, o caminho parece ser o mesmo. Veja o caso de uma jornalista do SBT que manifestou, segundo o governo, "uma posição politicamente incorreta" e, com a pressão de valores repassados anualmente da ordem de R$ 300 milhões pelo governo federal, estão pressionando pela demissão dela. Parece que tem equipes especialmente destacadas para fazer esse acompanhamento na mídia e setores empresariais. Estamos numa democracia com fortes ranços de ditadura, pois quem não concordar é considerado inimigo, e poucos querem se indispor contra o governo por receio das retaliações. Mesmo com uma oposição pífia, temos que mudar o que aí está sob pena de nos tornarmos numa ditadura de esquerda.
ANTONIO CAMARGO (engenheiro agrônomo) - Cornélio Procópio
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