CMTU
Concordo em gênero, número e grau com o senhor Paulo Maurício Acquarole que escreveu sua opinião sobre esta autarquia que presta um serviço de má qualidade para esta cidade. Quantas vezes vemos notícias e até mesmo fotos destes funcionários descumprindo regras de trânsito, isto sem falar das aberrações que ocorrem no terminal de ônibus urbano, motoristas abrem as portas em fila dupla e os passageiros saem e entram no meio dos veículos, e pergunto-me: onde estão os agentes de trânsito? Estão pedindo melhores condições de trabalho, melhores salários, mais funcionários. Isto é uma vergonha, viver num país onde as pessoas enxergam somente o benefício próprio, não conseguem nem realizar o seu trabalho de forma responsável, não cumprem com suas obrigações mas requerem benefícios imerecidos. CMTU? Pode fechar!
SOLANGE KAPPKE MIRANDA (enfermeira) – Londrina

Ser mulher ainda é um ato de coragem
"A cada dois segundos uma mulher é agredida na América Latina." Lamentavelmente algumas pessoas conseguem ler essa frase no jornal e não sentir nada. Eu me sinto engolida por uma onda gigante de tristeza. A realidade é cruel e infelizmente vivemos imersos em uma sociedade machista. A ideia de que a mulher que se veste com uma roupa curta, que usa um batom vermelho, ou que se comporta inadequadamente (para quem?) merece ser agredida traduz com clareza a postura de quem não denuncia a violência que é tão explícita. E eu não falo só de violência física, mas de violência moral também. Somos todos seres humanos, independente de gênero, entretanto nos esquecemos do que significa humanidade e essa amnésia nos afasta da igualdade, que por enquanto é só utopia. Quando não denunciamos, quando nos calamos, quando não nos unimos para a luta, nós, mulheres, estamos aceitando um destino que não nos cabe. Somos livres. Somos capazes. Somos pensantes. Somos o que quisermos ser. Nós temos o direito de vestir aquilo que quisermos, de nos comportarmos como quisermos. Não podemos ser julgadas por nos expressarmos livremente. Deveriam os homens também ser violentados por todos esses anos que exibem o corpo em dias de calor circulando sem camisa?
Não sejamos hipócritas. A violência gratuita não se justifica com nada. É um crime. É um atentado à liberdade e à moral usar o machismo para domesticar a mulher, ou para, simplesmente, ter mais um objeto para enfeitar a sua estante de troféus, ganhos com o respaldo do silêncio histórico.
ANELISE DE MORAES OLIVEIRA DUARTE (bibliotecária) – Londrina

Propaganda enganosa
Todos os políticos, sejam vereadores, prefeitos, deputados estaduais e federais, governadores, senadores e a presidente da República falam em avanço nessa questão, em avanço aqui e acolá, em avanço nisso e naquilo. Como não se vê nada disso, só posso acreditar que trata-se de uma nova modalidade de marketing política, ou seja, passaram a dedicar-se na propaganda de um desodorante. Não me resta outra alternativa.
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) – Cambé

O último cartucho
Dias atrás escrevi nessa FOLHA (PT em papos de aranha) que o governo tinha duas balas na agulha. Faturar o hexa e encher os reservatórios de água com as chuvaradas dos próximos meses (frios e secos), isso, para evitar o racionamento, com contas de luz estratosféricas e faturar a próxima eleição. Parece que o primeiro tiro errou o alvo. Vem aí mais de 14% de aumento na conta de luz. O racionamento de energia tá perto, escondido atrás da moita. Só falta errar o ultimo tiro. Perder o Hexa.
ALICIO MASSAN (engenheiro agrônomo) - Santa Mariana

Correção
Diferentemente do que foi publicado na matéria "MPF contesta doações ligadas a concessionárias" (Política, 28/03), a Construtora Triunfo não é proprietária da Econorte. A concessionária é, na verdade, uma das coligadas à Triunfo Participações e Investimentos.

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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