CMTU? Pode fechar!
Londrina tem problemas sérios com a fiscalização de trânsito, transporte coletivo, limpeza pública, vendedores ambulantes e feiras livres e a CMTU ainda pede reforço de caixa à prefeitura. Está bastante evidente a que competência desta autarquia se perdeu na história de nossa cidade. O atendimento ao público interna e externamente é sofrível e os colaboradores desta empresa querem aumentos de salários e benefícios consideráveis independentemente de estarem atendendo as necesssidades de nossa cidade, eles querem ganhar mais simplesmente porque existem e não porque são úteis a esta mesma sociedade que os sustenta. Como cidadão londrinense, proprietário de veículo automotor, de imóveis em Londrina e frequentador das feiras livres de nossa cidade desejo que os colaboradores da CMTU fiquem em greve para sempre até que se perceba que eles não são mais úteis à nossa cidade e que com o valor que hoje dispendemos com eles poderemos contratar melhores serviços par acomunidade.
PAULO MAURICIO ACQUAROLE (aposentado) - Londrina

Incongruências
Anteontem, na primeira página do Caderno Cidades, duas reportagens, lado a lado: em uma delas, os agentes da CMTU ameaçam multar um morador da cidade porque cometeu o "crime" de pintar o muro da sua empresa da forma que melhor lhe aprouve fazer, com uma homenagem a Ayrton Senna, aniversariante da semana passada; na outra, os moradores de um bairro da cidade demonstram que têm que se locomover pelo asfalto porque as calçadas estão cheias de mato e de entulhos e nenhum agente da CMTU aparece por lá para intimar e multar os donos dos terrenos que deveriam fazer muros e calçadas e não o fazem. A CMTU cita todos os artigos da lei que padroniza os anúncios, ignorando que o que foi feito no muro pintado não é um anúncio e sim uma simples pintura, como existe nos muros do Cemitério São Pedro, nos muros do Bosque e em tantos outros lugares públicos, mas não cita os artigos da lei que exigem que os proprietários zelem por seus terrenos com capina, roçagem, retirada de entulhos, de materiais de obra e construção de, ao menos, muretas de até 40 cm e calçadas. E ainda declaram: "Imagina como vai ficar se a gente permitir que as pessoas pintem seus muros por toda a cidade". Alto lá, todos nós temos o direito de pintar nossos muros e nossas casas do jeito que nós quisermos! Nós não vivemos em uma ditadura, onde tudo tem que ser uniformizado! E já vou avisando: eu vou reformar o muro da minha casa e já tinha pensado em chamar alguém para fazer um grafite bem ecológico e vou manter a minha intenção. Quero ver quem vai dizer que eu não vou poder pintar o meu muro do jeito que eu quiser!
Nina Cardoso (psicóloga) – Londrina

Re-legislativo vendido
Concordo com o sr. Roberto A. Carvalho, na matéria de 26 março último, com uma ressalva. Se o legislativo é vendido, sinal que não temos representantes de verdade, portanto não podemos votar em qualquer outro partido, e também no PT. Se os outros também são safados, não merecem o voto de ninguém. Estamos vendo roubalheira no país inteiro, desvios de verbas para todo lado. Trinta e quatro por cento do legislativo paranaense é filho, neto, sobrinho, cunhado, de alguém do próprio legislativo, e, assim por diante. É o fim do mundo.
WILSON OLIVEIRA TRINDADE (bacharel em direito) - Londrina

Correção
Diferentemente do título da reportagem "Justiça inclui Guimarães como sócio da Iguaçu" (Geral, 27/3), o empresário foi inserido como réu da ação civil pública contra a construtora, mas não foi declarado como sócio pela Justiça.

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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