Lei Cidade Limpa
Já vou dizendo: não tenho nenhuma ligação com o comércio de rua de Londrina - além de gostar do mesmo! O comércio de rua não tem segurança pública, não tem estacionamento, não tem uma calçada que preste, exceto o Calçadão, não pode trabalhar aos sábados, nem aos domingos, nem após às 18 horas, pois seus comerciários têm que ser protegidos. O melhor é fechar as lojas de rua e mudar para os shoppings, com seus preços altos, sua atmosfera asséptica e seus comerciários trabalhando até às 22 horas. E nas ruas não se pode colocar uma placa, um luminoso na sua frente. Parem com isso! Na maioria das cidades, as lojas podem colocar seus nomes na fachada. Luminosos ajudam a dar vida às cidades à noite. Londrina perde com tanto entraves ao seu comércio de rua. Qual o problema de uma placa aqui, um outdoor ali ou um luminoso? A liberdade de divulgação é parte do negócio. Por que restringi-la? Por que alguns chatos não querem ver aquilo? Oras, olhem para o outro lado, não comprem naquele comércio! Esta é a forma de protestar, não impondo uma lei restritiva no negócio deles. Revoguem essa lei. "Cidade limpa" são ruas e praças limpas, sem mato, com iluminação, com segurança e aí, sim, pessoas circulando.
CLAUDIO ESPIGA (engenheiro civil) – Londrina

Animais abandonados
É triste ver todos os dias animais abandonados pelas ruas de Londrina. Tal cena deprimente só é vista em países subdesenvolvidos como o nosso, onde os irresponsáveis, que simplesmente descartam os animais nas ruas, não são punidos. O poder público simplesmente fecha os olhos e só faz promessas para resolver o problema. Londrina conta com três universidades com cursos de veterinária e uma forma para resolver essa situação seria um convênio para que fossem castrados os animais e o ciclo da procriação desordenada seria interrompido. Conforme dados oficiais, existem 30 mil animais abandonados vagando pelas ruas de Londrina. Se nada for feito, em breve teremos mais uma situação insolúvel como a dos pombos em nossa querida cidade.
CASSIO JOSÉ DE ABREU (médico)- Londrina

Preso é sempre preso!
Discordo do leitor Adoniro Prieto Mathias (Opinião - 17/03/2014) quando compara os presos do mensalão com os presos que estão superlotando as cadeias deste País. Sabe por quê? Independentemente das feijoadas e mordomias dos mensaleiros da Papuda em Brasília, nada se compara com um criminoso que assalta, rouba, trafica, mata friamente uma pessoa de bem. Pois a vida é um bem incomparável que não tem dinheiro no mundo que possa indenizá-la. Por mais rico ou pobre é uma vida que só a Deus pertence. Quando fala em seres humanos; daí é que o bicho pega. Essas pessoas que estão "depositadas" nessas cadeias das grandes cidades é porque querem. Elas sabem que estão sempre com grande lotação, a "pensão" não é lá essas coisas e mesmo presas ficam aterrorizando pessoas, mandando mensagens, extorquindo e ameaçando. Os mensaleiros roubaram porque existe falha gritante na forma de arrecadação das campanhas eleitorais.
ANCILON DE SÁ NETO (economista) - Campo Mourão

Perspectivas
Espero que um dia possamos olhar pelas janelas da nossa história e enxergarmos a época em que hoje vivemos apenas um acidente de percurso durante a trajetória de nossa caminhada na busca da verdade onde se encontra a razão absoluta para vivermos felizes. Que sejamos uma nação rica e próspera, alicerçada em valores éticos e morais que sejam claramente reconhecidos individualmente em cada brasileiro dentro de sua respectiva classe social. Que as diversidades raciais e sociais não sejam objetos de disputas e desequilíbrios, mas sim o ambiente natural no qual as pessoas encontrem desafios e espaço seguro para se desenvolverem livremente, de acordo com suas aptidões e desejos. Estes são meus desejos e anseios perante as conturbações que hoje o Brasil vem sofrendo, em função dos desmandos de pessoas totalmente despreparadas para gerenciar vidas humanas! Que esta seja a Luz que ilumine todos os países que compõem nosso planeta!
JOSÉ CARLOS RIBAS (representante comercial) - Piraí do Sul

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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