Por "ordem" do governo federal, neste ano, o povão terá que pagar o IPVA com o DPVAT (seguro obrigatório). Como eu já havia previsto, os gastos vultuosos de copa do mundo já começam a refletir no bolso do consumidor. Por que mudar as regras só agora? O governo fez a maior "campanha" em 2011 a 2013, escancarando "crédito", baixando IPI para que pudessem dizer: "Agora a classe C tem carro zero", mas depois vem o presente. Agora o povão que está de carrinho novo vai ter que pagar os dois impostos juntos. Quem não vê que este governo não dá "ponto sem nó"? Isso sem contar a alta do combustível. Então preciso de uma explicação: se no ano passado paguei meu DPVAT em setembro e o seguro tem validade (cobertura) de um ano, estou perdendo, pois teria cobertura até setembro deste ano, ou estou enganada? O governo vai me devolver a diferença? Ou mais uma vez vamos ter que engolir esta ditadura disfarçada? Eu mando e vocês obedecem! Pois se não pago perco os direitos, concordam? Aliás, nada é nosso, temos a casa, paga IPTU; tem o carro, paga IPVA; faz compras no mercado, paga ICMS, e por ai vai. O que realmente é "nosso" é o voto, direito de escolher pessoas decentes para nos representar. Então, neste ano vamos nos focar nas mudanças, ver os prós e contras ou nos conformarmos!
MARIA REGINA MINTO REYES (assistente administrativa) - Londrina

Retrato da saúde nacional
O atual ministro da Saúde, Arthur Chioro, é o retrato da saúde nacional; uma verdadeira piada de mau gosto. Recentemente empossado no cargo de ministro, pediu a sua exoneração, tudo para que pudesse assumir outro cargo público, o de professor da Unifesp. Uma vez lotado na cátedra pretendida, fora renomeado ministro - um pequeno detalhe - tudo isso ocorrera num só dia. Inobstante, o ministro nomeado-exonerado-e-renomeado não parou por aí. Em menos de um mês no cargo, atingiu outra marca memorável. Levou sua esposa ao carnaval de três capitais, tudo - logicamente - utilizando-se de transporte aéreo oficial (FAB). Não podemos esquecer, obviamente, do Programa Mais Médicos, que não teve nele seu mentor original, porém fora por ele aprimorado, com a "encomenda" de mais 4 mil cubanos, totalizando quase 12 mil atuantes no Brasil. É ou não é uma piada de mau gosto?
JOÃO PAULO S. ITIMURA YAGUI (advogado) - Londrina

Fica, Joaquim Barbosa
Seis ministros da instância máxima do nosso Judiciário desmoralizaram a instituição para atender aos interesses daqueles que lhes deram o cargo. Fizeram o mesmo jogo que estamos cansados de assistir no Congresso Nacional, onde parlamentares vendem apoio ao governo em troca de cargos e escusos interesses particulares. O PT já aparelhou o Executivo empregando a sua militância incompetente, mas ardilosa e subjugou o Legislativo através do extenso balcão de negócios que viraram as nossas casas parlamentares. Se o Judiciário ainda resistia à contaminação petista, capitulou com as duas "encomendas" que chegaram para aparelhar de vez o STF. Joaquim Barbosa quer sair. Se isso ocorrer será um prejuízo enorme para a instituição. Mesmo em minoria, a banda decente no Supremo ainda é forte e é possível reverter a situação. Barbosa tem mais 11 anos para continuar sendo o pilar que pode sustentar a recuperação da dignidade da Justiça brasileira. Com certeza estão de plantão novos subservientes à causa petista aguardando a sua vaga. É preciso parar a sanha do PT pela dominação total. Precisamos do Judiciário independente e das Forças Armadas invulneráveis à inspiração comunista. Nossa democracia está desfigurada e em perigo. Portanto, fica, Joaquim Barbosa.
LUDINEI PICELLI (administrador de empresas) - Londrina

STF
Depois dos resultados na última reunião do caso do Mensalão e das decisões diminuindo as penas e livrando da prisão em regime fechado de vários "altos" dirigentes petralhas, eu proponho trocar a palavra Supremo para "político", passando a chamá-lo Tribunal Político Federal. Federal passa a ter duplo sentido.
MÁRIO A. DENTE (aposentado) - São Paulo

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne
e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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