Caiu mais uma máscara
A arrogância e a grosseria dos petistas em afrontar o presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, sofreu um duro revés: as revelações das falcatruas do falsário Henrique Pizzolato. As suas ações de má-fé mostram que não há contestações a fazer quanto ao julgamento dos mensaleiros, o STF foi justíssimo no apenamento. O escárnio à Justiça brasileira é um atrevimento a nossa ordem institucional. O falsário fraudou seu RG, CPF e título de eleitor com dados do seu irmão falecido. Movimentou grandes volumes financeiros em contas bancárias na Espanha e na Itália com o nome do morto. Pela adulteração do seu título de eleitor, deve ter votado duplamente nas eleições de 2008 e 2010, o que consiste numa fraude eleitoral. Pizzolato mostrou a sua cara, escancarou o jogo sujo dos mensaleiros e derrubou mais uma máscara que esconde a verdadeira identidade dessa gente que vive elaborando dossiês falsos, manipulando maliciosamente os movimentos sociais e agindo sorrateiramente no cenário politico nacional.
LUDINEI PICELLI (administrador de empresas) - Londrina

Maioridade aos 16 anos
A necessidade de responsabilizar quem erra é uma forma de evolução. Se quisermos viver em sociedade não podemos usar nossos atributos físicos, financeiros, de gênero ou de idade como desculpa. Imaginar que uma pessoa com 14/15 anos não tem discernimento, informações e maturidade para julgar o certo ou o errado é negar a evolução dos últimos 30 anos. Penalizar a coletividade em vez do indivíduo é uma forma injusta de agir. Quando o político penaliza a sociedade, o eleitor acaba se esquecendo. Quando o político penaliza o indivíduo este não esquece. Então, vamos penalizar a coletividade.
CLAUDIO ESPIGA (engenheiro) - Londrina

Preço dos combustíveis
Acho um absurdo a justiça não fazer nada com o preço da gasolina em Londrina. Em Cambé, a gasolina custa R$ 2,82 em vários postos, por que só Londrina está entre R$ 3,05 e R$ 3,10 o litro? No litoral de Santa Catarina, a gasolina custa R$ 2,75. A minha parte estou fazendo, só abasteço em Cambé. Se a maioria dos motoristas de Londrina abastecer em Cambé, com certeza, acaba esse absurdo.
WALDIR RAIMUNDO (produtor de vídeo) – Londrina

Verdade sobre o pedágio
A FOLHA nos proporciona um ótimo "Espaço Aberto" para expormos opiniões, algumas justas, outras nem tanto. Em 5/2, o servidor público Antonio Valeriano A. Lopes se manifestou muito bem sobre o pedágio no Paraná. No dia 7/2, o diretor regional da Associação Brasileira das Concessionárias de Rodovias, João Chiminazzo Neto, apresentou a defesa das concessionárias, o que não significa ser o dono da verdade. Vamos relembrar um pouco da história do pedágio no Paraná: o ex-governador Jaime Lerner lançou o pedágio dizendo que teria um custo menor que o cobrado no estado de São Paulo e que a cobrança seria em apenas um sentido das rodovias, o que nunca aconteceu. Os valores cobrados inicialmente eram absurdamente altos. Aí, em uma manobra política e em conluio com as concessionárias, Lerner mandou reduzir o valor das tarifas, pois precisava se reeleger. As concessionárias aproveitaram para retirar algumas obras dos contratos. Portanto, quando o sr. Chiminazzo diz que "o poder concedente já nos primeiros 30 dias reduziu pela metade o valor das tarifas em uma medida unilateral", digo que não foi bem assim. Concordo com ele quando diz que toda empresa tem que ter seu equilíbrio financeiro, do contrário está fadada a quebrar, mas o que não pode haver é a ganância extrema. O Brasil tem umas das maiores cargas tributárias do mundo, e nesse meio estão valores para melhorias das rodovias e, com o pedágio, somos bitributados. Gostaria que a ABCR nos mostrasse onde estão os 300 Km de rodovias já duplicados e, decorridos 2/3 do tempo dos contratos, como irá duplicar mais 600 Km em 1/3 do tempo que falta? Ou será que a prorrogação dos contratos já está acertada?
ROBERTO ALMEIDA LEITE (representante comercial) - Londrina

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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