Fome e miséria
A fome e a miséria são dois graves problemas que desafiam governos em todo o mundo. São males que vêm crescendo assustadoramente, não só nos países em desenvolvimento ou subdesenvolvidos, mas também nos países do primeiro mundo. Na medida em que a população e a expectativa de vida aumentam, o planejamento familiar praticamente não existe. A entrada de imigrantes de várias nações, sem qualificação profissional, também agrava o problema. A fome e a miséria não são obras do Criador, mas sim daqueles que prometem e não cumprem e são apenas lembrados em época de eleição, com abraços e beijos de traidor. Hoje vivemos todos os tipos de fome: saúde, segurança, educação, saneamento básico, logística, justiça rápida e eficaz, portos e aeroportos, rodovias, creches, presídios, etc. Enquanto isso, países investem em armamentos, energia nuclear, mísseis ou como é o caso do Brasil em campos de futebol, gastando bilhões e deixando em segundo plano as necessidades básicas de um povo.
JOÃO DYNCZUKI (aposentado) - Londrina

Dengue no Paraná
Todos estamos cientes de que o Noroeste e o Norte do Paraná estão em situação de alerta de dengue. Na verdade, os dados oficiais não refletem a realidade. A situação é crítica. Basta dirigir-se aos laboratórios que fazem os exames de sangue e se constatará que o número de pacientes picados pelo mosquito é cada vez maior. A população tem que fazer a sua parte evitando acúmulo de água, evitar que o mosquito prolifere-se ainda mais nesses dias quentes e chuvosos. A atuação dos governos federal e estadual e das administrações municipais, com suas respectivas secretarias de Saúde, deixam a desejar. Não temos mais visto equipes de fumacê para combater o mosquito em várias cidades. Com a palavra o Ministério Público, isso é gravíssimo.
PAULO CÉZAR FELIPE (advogado) - Paranavaí

Oportunidade e respeito
Para eles, tudo pode ser válido. Aos jovens de baixa renda, talvez, pouco importa se o Estatuto da Juventude que acaba de entrar em vigor vai vigorar ou não. O Estatuto dará a eles direito a 50% de desconto em passagens interestaduais e meia entrada em atividades culturais. Por mais que os governantes tenham a boa intenção de criar leis para resgatar os direitos dessa juventude, ainda falta oportunidade e respeito a eles. Se um jovem de baixa renda lutar por seu direito, muitas vezes é visto como um ignorante e delinquente, agora, se é um filho de "papai" tudo se dá um jeito. Enquanto não vem a oportunidade e o respeito, aí vêm os "rolezinhos" para se divertirem como os que se acham os "bacanas" da sociedade.
MARINALVA NUNES BATISTA (jornalista) - Ubiratã

Novas possibilidades
Em 2013 pude presenciar uma grande movimentação por parte dos amigos e contatos com o intuito de ajudar o próximo, seja com a oferta de uma vaga, uma indicação para entrevista ou mesmo a indicação de uma vaga em aberto. Isso foi bastante gratificante e nos faz acreditar no bom coração das pessoas. Vamos renovar nossos votos e ajudar um conhecido necessitado. Não custa nada e, creia, fará muito bem ao coração e a nossa consciência. Acredito que 2014 seja o ano de renovação, por isso vamos refletir um pouco. Por que não dar chance a um profissional qualificado que não consegue se recolocar devido à idade? Por que não dar chance a um profissional qualificado que, por motivo de desemprego, teve seu nome negativado e não consegue se recolocar devido às consultas no SPC? Será que esses profissionais passaram a ser classificados como desonestos e picaretas por causa disso? Será que não podem ter a chance de se reerguer com dignidade?
LUCAS CALVI (consultor de negócios) – Londrina

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me comple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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