‘Rolezinho’ educativo
As recentes manifestações nos shoppings centers, conhecidas como "rolezinhos", e agendadas via redes sociais precisam sair da zona de conforto do ar-condicionado e da falta de objetivo, ou seja, "ao sabor do vento", para ações educativas do tipo mutirões contra o mosquito da dengue, revitalização de escolas, coleta de lixo nos fundos de vale, etc. Além de melhorar a autoestima dos participantes, alivia o estresse e combate o colesterol, pois intensifica a queima de calorias. Sem falar no enorme benefício à sociedade.
AMARILDO PASINI (engenheiro agrônomo) – Londrina

É muito simples
A presidente Dilma escolheu a sede da Fifa, lá na legendária Zurique, para proferir uma "pérola" ao afirmar que não sabia como tão era simples construir estádios de futebol. Nossa presidente pode descobrir no embalo, que é muito mais fácil ainda construir salas de aula, postos de saúde, fazer estradas para escoamento da safra aos portos, construir aeroportos, creches, etc. Poderíamos ainda elencar muitas outras coisas ainda de nosso cotidiano. Mas fica aqui uma preocupação da sociedade sofrida que pagará inevitavelmente a conta. Quando e como retornarão aos cofres públicos os R$ 12 bilhões aplicados e quais são as garantias? Também explicar a manutenção dessas obras faraônicas, a tendência quase sempre é virar "elefantes brancos". A África do Sul que o diga. Aí, então, presidente, as coisas não serão muito fáceis. Quando a festa acabar, talvez, caia a ficha e mais uma herança maldita sobrará para futuros governantes.
WALTER COSTA BARROSO (cirurgião dentista) – Londrina

Gastos de Dilma
Concordo com a presidente Dilma que diz que come o que quiser porque ela paga a conta, diferentemente de muitos políticos que comem até encher o papo (na Papuda) com dinheiro do povo, além de que ela trata bem os velhinhos (Fidel carrasco), procura dar empregos aos médicos cubanos e também admiro os investimentos em infraestrutura portuária. Por esses motivos eu vou votar nela para a presidência de Cuba, quando for aprovada as diretas já que talvez aconteça por lá quando as flores vencerem o canhão. Presidente vem cuidar do povo doente e analfabeto deste país enquanto é tempo.
MANOEL JOSÉ RODRIGUES (assistente administrativo) - Alvorada do sul

Tapas nos brasileiros
Em recente viagem a Cuba, para a inauguração da 1ª fase da ampliação do porto de Mariel, a presidente Dilma agradeceu pelos médicos enviados ao Brasil, pelo programa Mais Médicos, além de tecer críticas ao embargo comercial imposto pelos EUA. Interessante notar que em um único discurso a presidente desferiu três doloridos tapas nas faces dos brasileiros. O primeiro se refere ao financiamento da ampliação no porto de Mariel, obras que preveem gasto de quase US$ 1 bilhão. Age como se o Brasil não sofresse com alarmantes gargalos logísticos, muito em função da falta de investimentos no setor portuário. Parece que a pornográfica cifra cedida aos cubanos seria muito bem-vinda nos portos nacionais. O segundo diz respeito ao programa Mais Médicos, que importa médicos cubanos em regime de semiescravidão, sem a comprovação de sua competência, e cujo salário preenche os cofres daquele governo ditatorial. Toma essas medidas em detrimento da saúde do brasileiro, e dos profissionais médicos aqui formados. O terceiro e último tapa tem um caráter mais ideológico, e desrespeita todos aqueles que possuem um mínimo de discernimento. Por mais que eu também seja contra o embargo, a crítica da presidente me pareceu um tanto hipócrita, por jogar na conta dos americanos as agruras impostas pelo governo socialista dos irmãos Castro; estes que devem ser os mais ferrenhos defensores deste bloqueio comercial, eis que se trata de um factoide, uma "bengala", para justificar os males trazidos por sua incompetência administrativa e corrupção.
JOÃO PAULO S. ITIMURA YAGUI (advogado) – Londrina

Despesas da presidente
Com relação aos gastos da presidente Dilma e sua comitiva em Portugal, isso não é a primeira vez que acontece. Penso que, por o Brasil não ser um país sério, no quesito política, jamais deveria existir os tais cartões corporativos (aqueles cujo portador tem a senha e não precisa comprovar gastos). E quanto ao fato dela "dizer" que pagou as suas despesas com recursos próprios, não basta. Tem que franquear aos brasileiros, que são seus patrões e que pagam os seus salários e despesas, os comprovantes de pagamentos com os seus cartões e não os nossos. Oposição e Ministério Público, cadê vocês?
JOSÉ ROBERTO BRUNASSI (advogado) – Londrina

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne
e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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