Dilma é dona do Brasil?
Quero saber quem autorizou a presidente Dilma Roussef a financiar um moderno porto para a ilha do ditador Fidel Castro? Ora, lutamos tanto por eleições diretas e a volta da democracia para regredirmos no tempo e apoiarmos ditadores que mantêm o povo de lá preso e sem direito de ir e vir? O Senado e a Câmara dos Deputados aprovaram essa aberração? No Brasil morrem milhares pessoas todos os dias por falta de leitos e médicos nos hospitais e essa senhora joga dinheiro nosso fora financiando o fortalecimento de ditaduras? Peço a abertura de uma CPI para apurar essa aplicação errada com o nosso dinheiro, pago com muito imposto. Quero transparência e economia. Já não basta o superfaturamento dos estádios para a Copa do Mundo?
JOSÉ CARLOS FARINA (advogado) - Rolândia

Gastos da presidente
Sobre a matéria "Protestos deixaram governo ‘perplexo’" (Política, 25/1), o ministro Gilberto Carvalho tem razão, entretanto, só dar cestas básicas não supre as demais necessidades do povo. E o pessoal mais educado está acompanhando a desfaçatez com os gastos da presidência. Exemplificando: gastos excessivos com o chamado cartão corporativo da presidência e também de outros setores do governo. Ainda temos as viagens desnecessárias para confraternizar com os ditadores de plantão, acompanhada de seu séquito.
PEDRO SARTORI (aposentando) – Londrina

Limite de velocidade na PR-218
A PR-218, no trecho Carlópolis-Joaquim Távora, tornou-se motivo de preocupação para aqueles que dependem dessa importante via de ligação entre Paraná e São Paulo. Devido à decisão, no mínimo errônea, o DER num passe de mágica resolveu limitar a velocidade em 60 KM/h causando indignação nos usuários. De quebra, diariamente a Polícia Rodoviária Estadual aplica multas naqueles que ousam desrespeitar o limite imposto. Os poucos motoristas que respeitam o limite de velocidade correm o risco de serem abalroados por uma das inúmeras carretas que trafegam por ali. É uma verdadeira indústria de multas, sem nada contribuir para a segurança no trânsito.
LÁZARO ALVES (corretor de imóveis) – Carlópolis

Solidão
No artigo "Sentimento de solidão" (Espaço Aberto, 25/1), o psicólogo Sylvio do Amaral Schreiner afirma que "provavelmente a origem e o sucesso das famosas redes sociais têm a ver com a exploração do sentimento de solidão. Em algum grau é até possível que elas consigam mitigar um pouco esse sentimento, mas nunca será completamente satisfatório. Sempre nos sentiremos sós". Concordo plenamente, pois conversar nas redes sociais pode ajudar a mascarar um pouco a solidão, mas não substitui o olhar, o tocar, o ouvir.
ELISA NAKANO (assistente administrativo) - Arapongas

Atendimento à saúde
Como grande parte dos brasileiros, eu e minha esposa temos há anos um plano de saúde que nos tem atendido bem. É um plano antigo e tem limitações com relação a consultas. Anos atrás, numa emergência, buscamos ajuda junto ao posto de saúde do Jardim Alvorada. Desde, então, nos tornamos assíduos pacientes desse posto de saúde. Sempre que precisamos, somos atendidos de forma gentil e prestativa. Há limitações, com certeza. Às vezes, há uma espera um pouco maior. Mas os funcionários sempre fazem o possível para atender bem a todos. Há poucos médicos, os exames requeridos por eles às vezes são demorados. Notei que o atendimento dentário também é concorrido e nunca vi reclamações maiores. Certamente, ao atender bem, os funcionários estão cumprindo sua obrigação. Isso é certo! Mas estou seguro também que, pelo que observei, se tivessem mais apoio, mais médicos e melhor estrutura, fariam muito melhor. Não sei se todos os postos de saúde atendem bem, mas o certo é que é possível fazer bem feito mesmo com limitações. Prefeito Kireeff, acabando com as limitações, o atendimento à saúde em Londrina poderia ser modelo para outros municípios!
EDGAR BAER (advogado) – Londrina

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me comple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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