‘Rolezinho’ das ralés
Todos nós também fomos jovens um dia e nem conhecíamos a palavra adolescente, que agora se tornou "aborrescente". Combinávamos juntar a galera, mas era para formar pelo menos dois times no campinho da Vila Recreio e bater aquela bola (muitos craques saíram de lá nos anos 70 e 80). Agora, combinam pelas redes sociais para se juntarem em shoppings e atazanar a vida de quem quer trabalhar e das famílias que encontraram um local seguro para passear e fazer suas compras. São na maioria um bando de desocupados e que, certamente, não terão futuro. Só pensam em si próprios. Essa selvageria não vai acabar bem, alguém vai morrer por essas irresponsabilidades, por um policial, um segurança ou um lojista nervoso. Aí sim, vão acontecer as reuniões dos conselhos de segurança e tudo mais, mas será tarde para alguma família que não consegue segurar esses prematuros marginais.
FLORISVALDO CAMPANHA (executivo de vendas) - Londrina

Dora Kramer
De um modo geral, gosto das colunas da jornalista Dora Kramer. Mas gostei muito da coluna "Psicologia de guerra" (Política, 7/1). Sem dúvida, a colunista é: mal vista por algumas pessoas, prudente, judiciosa, humanista, pensadora, erudita, técnica, versada, ciente, própria, abelhuda, diligente, original, inesperada, bizarra, sui generis, arrebatadora, alegre, hostil, atraente, curiosa, exclusiva, sapiente, singular ,composta, estimulante, intrometida, relevante, cativante, importante, mexeriqueira, avisada, denunciadora, curiosa, envolvente, óbvia, enredadora, fuxiqueira e interessante.
SÉRGIO GERDULLI VALÉRIO (mecânico) - Cornélio Procópio

Salvação para o Brasil
Uma negra e um negro poderão ser a salvação do nosso País. Marina Silva e Joaquim Barbosa, com certeza, são as únicas opções que o Brasil tem para encerrar esse ciclo de corrupção nos últimos 12 anos. Seria querer demais termos os dois unidos por um País melhor? Essa união provavelmente eliminaria a chance de segundo turno nas eleições de 2014. E mais, talvez essa fosse uma das poucas formas de termos um Brasil verde e amarelo, independentemente, das cores negras, amarelas, brancas, etc.
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) – Londrina

Uso do espaço público
Muito bom o Editorial da FOLHA "Uso de espaços públicos" (Opinião, 16/1). Usar os espaços públicos que é de todos sem critério é, sem dúvida, falta de respeito. A lei eleitoral não permite que na campanha candidatos exponham suas fotos em lugar público, já fora da campanha tem deputado que expõe sua foto com dizeres que não correspondem com a verdade em vários pontos da cidade, cometendo infrações. Uma delas é a campanha antecipada. A outra são as inverdades ali descritas. Essa invasão (outdoor) além de poluir a paisagem da cidade, polui também o ar que respiramos. Em Londrina a lei não permite que um comerciante ou industrial, que está produzindo e gerando impostos e dando empregos, possa mostrar ou indicar o seu endereço, já o político infelizmente pode expor sua foto e dizer inverdades a bel-prazer.
SEBASTIÃO CALMEZINI (comerciante) – Londrina

Anderson Silva
Sabemos que em todo esporte existem marmeladas. Até no futebol ocorrem forças ocultas para que aconteçam certos favorecimentos. Imaginem, então, em lutas de boxe e UFC, onde há muito dinheiro envolvido? Anderson Silva apanhou na primeira luta contra o americano Chris Weidman, mas ganhou uma fortuna para lutar novamente. Não se iludam, o brasileiro reside nos Estados Unidos, está riquíssimo e não demonstra um mínimo de patriotismo. O povo brasileiro é enganado e a TV ganha muito dinheiro com as transmissões. Lamentável!
PAULO CÉZAR FELIPE (advogado) – Paranavaí

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

mockup