OPINIÃO DO LEITOR
Alagamentos cada vez maiores!
A foto da capa de FOLHA de 4/1 do alagamento da Rua Goiás, que mostra que a água cobriu quase 50% de um veículo, somada às quedas de árvores provocadas por um chuva de 15 minutos e ventos não tão fortes (60 km/h) é um sinal de alerta. O que o município e os munícipes têm feito para evitar esses alagamentos? Muito pouco. Com certeza, uma das fontes maiores para esses alagamentos são os bueiros entupidos. Esse entupimento tem como responsável maior o cidadão, que não tem preocupação com a forma adequada de armazenar o lixo na calçada, que varre a calçada e joga o lixo na rua ou diretamente nos bueiros. Parte das construtoras e a grande maioria dos construtores, pedreiros, etc., têm a sua participação no alagamento por não proteger corretamente os canteiros de obra, muitas vezes concentrados nas calçadas. Com isso, os materiais de construção vão parar nos bueiros. Entretanto, o responsável maior é o município que não fiscaliza e não toma medidas preventivas. Uma simples ideia para evitar o entupimento dos bueiros é cobri-los com telas.
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) Londrina
Bueiros entupidos
Após o temporal da última sexta-feira, a Folha de Londrina estampa fotos de ruas alagadas e traz reportagem com munícipes reclamando que esse fato acontece devido ao entupimento de bueiros. Esse é o preço que a população londrinense irá pagar a partir de qualquer chuva mais forte que cair, porque ao longo de anos ou talvez décadas, esse efeito de entupimento de bueiros foi provocado pela má educação de nossa população. Basta dar uma volta em nossa cidade, após os finais de semana nos pontos turísticos, como Lago Igapó, Cabrinha e mesmo a própria área urbana, para observar a quantidade de lixo jogado nas ruas. São latas de cerveja, refrigerantes, garrafas, sacos plásticos, etc., enfim, tudo que poderia ser reciclado e devidamente acondicionado em lugar apropriado está espalhado nas ruas, e tendo como destino certo as galerias pluviais provocando seu entupimento.
MIGUEL POLSKIKH FILHO (eletrotécnico) Londrina
Fim do Gaeco, a quem interessa?
Fiquei surpreso com o alerta do leitor Ludinei Picelli "Não deixem o Gaeco acabar" (Opinião, 3/1). Questionei-me: "Será que a informação está correta ou estou desatualizado?". Por um instante meditei em relação ao recado e admiti: "Eu, como milhares de paranaenses, não estou dando a merecida relevância à permanência do Gaeco". Dias depois, o leitor Gilmar R. Cordeiro também questionava "Fim do Gaeco?" (Opinião, 6/1). Agora acordei! Bateu-me uma tristeza e um desalento grande. Meu pensamento viajou até o Palácio Iguaçu, o gabinete do governador e a Assembleia Legislativa. E num instante retornou à Câmara de Londrina. Que coisa, essas "autoridades competentes", ou seja, os políticos, que de competentes até Deus duvida, só procuram realizar algo contra o povo (que é penalizado a pagar somente impostos). Retorno em benfeitorias nada. Por que será que nossos vereadores não interferiram nessa questão? Quem sabe o assunto não diz absolutamente nada para eles. Então, para quem interessa a extinção do Gaeco? Para os eleitores honestos, que vão às urnas nas próximas eleições, com toda certeza, nem passa pela cabeça o término das atividades dessa conceituada instituição. A manobra toda restou para os políticos detentores de mandatos.
APARECIDO GUERGOLETTE (professor) Londrina
Fé pela arte
Lindo e profundo o texto "A fé pela arte" escrito pela jornalista Célia Musilli (Folha2, 5/1). É hora de mudanças inclusive na maneira de encarar a fé, pois o conceito de homem holístico é muito coerente e necessária em todos os aspectos da vida, inclusive no aspecto da religiosidade, melhor dito, da espiritualidade.
JOÃO GARCIA DE CAMPOS (psicólogo clínico) - Porecatu
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