Fim do Gaeco?
Poucos se manifestaram contra o fim do Gaeco. Que os políticos gostaram não temos a menor dúvida, aliás devem ter comemorado com churrasco e tudo o mais. O que nos deve causar preocupação, como pobres contribuintes, é o fato daqueles que têm representatividade - leia-se Acil, igrejas (lembram-se de dom Albano nos tempos dos escândalos na prefeitura?), pastores, CRM, Crea e tantos outros - terem se conformado com a decisão. Na condição de contribuinte sofrido, honesto, cumpridor das minhas obrigações tenho vontade de chorar.
GILMAR RODRIGUES CORDEIRO (contador) – Londrina

Perfil e projetos dos vereadores
Parte do meu primeiro dia do ano foi destinada para rever edições da Folha de Londrina de 2013. Nessa retrospectiva, um dos assuntos que mais despertaram a minha atenção foi o "perfil dos 19 representantes da Câmara" que a FOLHA divulgou ao longo do mês de janeiro de 2013. Algumas das informações contidas nesse "perfil", por alguns vereadores, não foram aceitas como verdadeiras pelas pessoas que acompanham e fiscalizam os representantes do Legislativo. Algumas dessas informações ultrapassam o nível de tolerância em relação à inverdade. Diante disso, sugiro que a FOLHA refaça esse perfil, acrescentando os projetos apresentados e aprovados no ano passado.
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) - Londrina

Avante Brasil!
Mais um ano se inicia com esperanças mil. Todos sonham com um ano cheio de prosperidade! Esperamos que a corrupção diminua, que os nossos governantes tenham diretrizes e projetos para melhorar os setores de saúde, educação, segurança e criar mais empregos, bem como conter a inflação. Acreditamos sempre no trabalho, na pujança e na força de nossa gente que, com honradez, dignidade e esperança, saberá vencer os desafios que virão. Neste ano teremos a Copa do Mundo e eleições em quase todos os níveis. Enfim, será um ano de muita expectativa para todos. Então, de mãos dadas, vamos formar uma corrente de fé e esperança na certeza de um país melhor neste 2014.
EDUARDO ZANI (professor) - Arapongas

Hora de mudar
PT e PSDB vão polemizar o debate até as eleições. Essa perda de tempo vai levar o eleitor a se distrair, a se desencantar e a pensar: são todos iguais, não há saída. É triste pensar assim, mas os fatos ocorridos diariamente e há anos nos diversos governos reafirmam essa realidade. Então, qual será o papel do eleitor? Votar no mesmo? Não votar? Ignorar a política? Ou refletir sobre o que está acontecendo e mudar? Os ensaios das manifestações de junho de 2013 tinham tudo para dar uma virada neste país. Infelizmente, os baderneiros de plantão e aqueles que torcem pelo quanto pior melhor mudaram o rumo das coisas. As pessoas ficaram com medo e se esconderam em suas casas. Mas e as redes sociais não podem mudar essa triste realidade? Claro que sim, basta que a liderança seja composta por pessoas que sintam na pele o que é viver num país sem segurança, com trânsito caótico, onde se pagam os maiores impostos do mundo, onde a corrupção corre solta. Já passou da hora de dar um basta nessa situação. Precisamos sair do discurso da cobrança e partir para a prática. Não nos esqueçamos: "O maior inimigo de um governo é um povo culto". Se dois menores conseguem reunir cinco mil pessoas para um baile funk, não teríamos eleitores conscientes para convocar milhões de pessoas em todo o país para saírem às ruas e pedirem mudanças?
IZABEL AVALLONE (professora) – São Paulo

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me comple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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