Pra frente Brasil!
No sorteio dos jogos para a Copa do Mundo de 2014 nossas autoridades fizeram um convite a todos os povos para que venham ao Brasil prestigiar a melhor Copa de todos os tempos. Com certeza, será o melhor Mundial, principalmente para o vencedor. Para os demais visitantes, será apenas um aprendizado. Os gringos que se aventurarem em terras tupiniquins, de cara, ficarão assombrados com a organização e agilidade dos aeroportos. Ainda no caminho para o hotel, o visitante poderá admirar uma disputa por pontos de drogas entre quadrilhas rivais. Vão se encantar com o brilho das balas traçantes e até poderão levar uma de brinde. Nesse caso, terão a oportunidade de conhecer o SUS, abastecido de médicos cubanos e analgésicos. Visitarão as típicas moradias brasileiras: as favelas. Lá observarão nossas crianças brincando no esgoto a céu aberto durante o horário escolar. À noite, já no conforto de seus quartos, ouvirão nos noticiários que o governo se preocupa e cuida das novas gerações.
ROBERTO TEIXEIRA (empresário) – Londrina

Causa do vandalismo
Há quem diga que a causa dos atos de vandalismo registrados em Londrina, especialmente pichações, se deve à falta de maior policiamento, notadamente da Guarda Municipal. Contesto: a causa de tal comportamento, que se manifesta no desrespeito ao bem público e particular, reside nos executores de tais atos, seja desamor, raiva reprimida, rebeldia, insatisfação com a própria vida ou qualquer outra. A função da administração pública, através da Guarda Municipal e outros agentes da segurança, é a de orientar, coibir, inibir, enfim combater, numa tarefa difícil, pois exige vigilância 24 horas e demanda imensos recursos. A causa do problema, enfatizo, é de ordem moral e se assenta na ausência de valores éticos por parte dos que apreciam vandalizar, seja lá qual for a motivação.
NAUDEMAR NASCIMENTO (terapeuta transpessoal) – Londrina

Papel enrolado
Quando menino morava no sítio onde quase todo mundo fumava. Rapaz que fumava estava virando homem! Era normal. Escondido, enrolava pedaços de papel e fumava. Quando me achei homem, juntei o fumo, maldita droga que queimou meu dinheiro e parte da minha saúde. Felizmente, acordei a tempo e parei. Não é preciso ser nenhum especialista para saber que a liberação da maconha (no Uruguai) vai abrir a mesma porta. Se a maconha é normal, vou experimentar o crack para ver como é que é. Depois a cocaína, daí o resto. Por trás disso não tem nenhuma sabedoria "Mujica", só grana. Os traficantes ligados ao Uruguai vão "lavar a égua" vendendo para o mundo. E o mundo que se dane!
ALICIO MASSAN (engenheiro agrônomo) - Santa Mariana

Londrina na frente outra vez
Os tempos são outros e já ficou bem claro que Londrina, por estar geograficamente situada longe dos portos, não comporta indústrias que demandam importações e ou exportações. Acho inconcebível o Norte do Paraná, grande produtor agrícola, fazer carregamentos dessas produções para outras regiões industrializá-las, usando a mão de obra e gerando empregos e riquezas por lá, e novamente vindo para cá para serem consumidas, quando se poderia fazer exatamente o inverso. Deveriam incentivar a industrialização desses produtos, cuja matéria-prima é daqui mesmo, agregando valores. Que tal estimularmos o povo a consumir produtos industrializados aqui? Que tal um consórcio não só com a nossa região metropolitana, mas também outras cidades do Norte Velho, inclusive para criarmos o "Porto Seco" a exemplo de Maringá? Temos excelentes universidades, infraestrutura, sol o ano todo, a segunda maior população do Estado e a quarta do Sul do Brasil. Então, o que está faltando?
JOSÉ ROBERTO BRUNASSI (advogado) – Londrina

‘Panis et circenses’
O primeiro imperador romano Otávio Augusto, que governou de 27 a.C. a 14 d.C., criou a política do pão e circo (panis et circenses). Oferecia alimento e diversão à população carente. Dessa forma, mantinha-se a plebe inerte. Essa é a política do governo atual: futebol, carnaval e cartões.
IZAIAS BITENCOURT MORAES (contador) - Londrina

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me com­ple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne
e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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