Rumos de Londrina
Na matéria "Kireeff quer mudar lei para atrair empresas" (Economia, 30/12), o prefeito Alexandre Kireeff faz sua análise e definições sobre as questões de industrialização em Londrina. Paga ele hoje o preço dos pecados dos outros administradores públicos que o antecederam. Julgo, porém, com uma exceção o então prefeito Luiz Eduardo Cheida que promoveu o Plano de Desenvolvimento Industrial, que, infelizmente, não teve continuidade com os demais que o substituíram. Londrina interage ou interagia com outros municípios em um raio de aproximadamente 300 km. Se hoje não é possível escoar sua produção de bens para a Curitiba e litoral paranaense - está ilhada por rodovias ruins e cheias de pedágios, além da política estadual de privilégio de áreas próximas à capital -, então seria mais cômodo e racional fazê-lo para o interior, capital e litoral de São Paulo, pois estamos situados a apenas 120 km da Rodovia Raposo Tavares, situada no sul daquele Estado, e que também dá opções de tráfego para as regiões Oeste e Norte do País. É apenas uma questão de escolha do que procurar, beneficiar e implantar. Planificar, executar e depois obter benefícios em desenvolvimento econômico demanda um tempo longo, e se o atual prefeito não possuir a intenção de reeleição e após isso não tentar colocar alguém em seu lugar que dê continuidade ao que se planifica e executa, corremos o risco de ver eleito alguém com mentalidade diferente e que poderá destruir o que se obterá. Foi o que aconteceu com o PDI. Prefeito Kireeff, conte com a nossa ajuda, e acredito com todos os londrinenses de boas intenções.
RICHARD FONTANA (bacharel em Química) – Londrina

Gestão Kireeff
Com relação à matéria "Kireeff quer mudar lei para atrair empresas" (Economia, 30/12), administrar com responsabilidade não é fácil. O resultado só vem a médio e longo prazos, mas dá bons resultados.
DANIEL ROCHA (empresário) – Londrina

Planos de saúde
Os contratos de planos de saúde se subdividem em dois: coletivos e individuais. Os coletivos são os empresariais e os associativos, são grupos que se formam juridicamente para constituir esses contratos com as operadoras. É um filão que se desponta, porém o escalonamento de preços é perigoso. Enquanto o plano individual é regulado pela Agência Nacional de Saúde, os contratos coletivos seguem as leis de mercado. Esse segmento tem custos elevados e as operadoras preferem os contratos coletivos, onde o risco pode ser calculado de imediato e os contratos rescindidos se assim desejarem.
ANTONIO PEREIRA (contador) - Londrina

‘Nada do que foi será’
O refrão da canção nos faz lembrar os acontecimentos de 2013, que já se foram. A lógica é que em 2014 não será igual, podemos até fazer as mesmas coisas, porém nunca serão como antes. Na despedida de 2013 unimos nossos pensamentos com o mesmo propósito: muita saúde, amor, paz e muito dinheiro no bolso. Entretanto, durante o ano quantas vezes lembramos de cuidar de nossa saúde? Quantas vezes compartilhamos nosso amor na família, com amigos, enfim, com nosso próximo? Quantas vezes lutamos para que a paz permaneça nas escolas, no trabalho, no trânsito e no governo? No ano de eleição e da Copa do Mundo que a força do amor e da paz seja luz que brilhe o caminho de cada um de nós, principalmente dos nossos governantes.
MARINALVA NUNES BATISTA (jornalista) - Ubiratã

Taxa de cemitérios
Com relação à matéria "Taxa dos Cemitérios será cobrada após 16 anos" (Política, 3/1), a gula humana está demais. Tudo que o bom Deus nos deixou está sendo vendido por nós, humanos. A cobrança pelo uso de sepulturas é um tanto esdrúxula, pois quando do sepultamento já se paga.
PEDRO SARTORI (aposentado) - Londrina

■ As car­tas de­vem ter no má­xi­mo 700 ca­rac­te­res e vir acom­pa­nha­das de no­me comple­to, RG, en­de­re­ço, ci­da­de, te­le­fo­ne e pro­fis­são ou ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­de­lon­dri­na.com.br

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