Políticos brasileiros
Leio os jornais e vejo os noticiários de TV e fico indignado com esses políticos brasileiros. Como podem viver num mar de lama? Que futuro terão os jovens? Como poderão votar dignamente, se não há candidatos a confiar? E o cenário real do PT nessa negociata desenfreada e egoísta com outros partidos quando acabará? Como pode haver voto consciente se quando alguém de boa índole compõe o quadro eleitoral e não se alia aos já eleitos é logo excluído? Desânimo para o futuro, deficit educacional, financeiro, etc. Como mudar essa corrupção, se todos preocupam-se consigo mesmos? Como serão resolvidas essas questões? Até acho que muita gente tem essa resposta. Porém, quando podem fazer alguma coisa são absolvidos. Alguns meios de comunicação também estão corrompidos, pois não informam as notícias claramente, sempre obscuras. O fato é que responder a um processo judicial é muito oneroso e dispendioso neste país, pois o poder está com quem não quer saber de nada. Apenas saber de si e seus próximos, mas bem próximos. É muita blindagem.
SÉRGIO GERDULLI VALÉRIO (mecânico) - Cornélio Procópio

Propostas de partidos
Li os documentos do PSDB e PSB publicados nos jornais sobre as pretensões de mudar o Brasil e percebi que ainda estamos longe de atingir esse feito. Ambos destacaram a Reforma Política, deram ênfase à pobreza, à saúde e ao meio ambiente. Nada foi dito sobre a educação, a única saída para melhorar qualquer país. É somente através de um povo esclarecido e bem informado que o Brasil pode melhorar o seu ranking perante o mundo. Se bem pensado, a melhora da saúde e diminuição da pobreza passam pela educação e parece que os governantes e candidatos não têm essa percepção ou não interessam em tê-la. É preciso investir em pessoas, não somente nomeá-las pensando na próxima eleição. Enquanto persistirem essas diferenças de pensamento nenhum candidato muda nada. As propostas ficam no plano das ideias. Viabilizar, ou seja, o como fazer ninguém tem a receita, pois esse trabalho requer pessoas habilitadas e altamente qualificadas. Dar emprego a filiados resultou na pobreza que o Brasil vem amargando. Com a palavra os candidatos.
IZABEL AVALLONE (professora) - São Paulo

Domesticação da ciência
O professor Juarez Gomes (Opinião, 20/12) faz oportunas observações que bem complementam o meu artigo "Postura profissional x Pessoal" (Espaço Aberto, 16/12). Agradeço o complemento e concordo que precisamos ensinar nossas crianças a desenvolver a criticidade em relação a tudo que limita nossa autonomia moral e intelectual e nisso inclui-se, é verdade, a ciência. Na formação de educadores sexuais sempre coloco as ciências na berlinda, com base nos filósofos Marilena Chauí e Foucault. Fiquei feliz quando vi que a crítica construtiva foi feita por um professor. Observação: a educação sexual séria é meio de aprimorar o relacionamento humano e construir a igualdade e a justiça social; jamais ela está a serviço da indústria pornográfica.
MARY NEIDE DAMICO FIGUEIRÓ (psicóloga) - Cambé

Drogas e criminalidade
Seria possível diminuir os crimes de latrocínio, homicídios se as leis permitissem que o Estado fornecesse entorpecentes aos viciados. Isso liquidaria com a figura do traficante e haveria local adequado, o "drogódromo", onde poderia se consumir a droga. Isso proporcionaria uma vida mais segura à população de bem. Aqueles que desejam o lado da autodestruição poderiam fazê-lo sem incomodar ninguém. Afinal, existe o livre-arbítrio e cada um escolhe seu caminho ao menos sem incomodar o próximo.
EDER DEL PICCOLO SANTINI (comerciante) - Londrina

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